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segunda-feira, 31 de maio de 2021

Após canoa virar, homem morre afogado embaixo de balsa hospitalar, em Feijó


Um acidente com uma canoa no Rio Envira, em Feijó, deixou um morto na tarde deste sábado (29). Theo, como era conhecido, estava na embarcação com outros dois homens quando o transporte virou próximo a uma balsa hospitalar, perto da margem.

Dois deles conseguiram escapar, porém o trabalhador foi sugado para baixo da embarcação maior e lá teria ficado preso, perdendo a vida.

Moradores contam que chamaram o Corpo de Bombeiros, porém o resgate teria demorado quase uma hora para chegar. O corpo foi retirado pelos militares sob protesto de feijoenses por conta da demora.

Segundo informações, o telefone não teria sido atendido diversas vezes e, quando conseguiram falar com a corporação, solicitaram preenchimento de ficha e comunicação com Rio Branco antes.

Fonte: ContilNet

TARAUACÁ: Motorista perde o controle da direção do veículo e invade residência.


Na manhã do último (29), um acidente foi registrado no bairro Triângulo, em Tarauacá. O motorista de um veículo, modelo não identificado, perdeu o controle da direção e invadiu o quintal de uma residência. Por pouco uma tragédia maior não foi registrada.

A identidade do condutor não foi revelada pelas autoridades de trânsito, nem as causas do acidente.

Felizmente, apenas danos materiais foram registrados. Ninguém que estava na residência se feriu com o impacto.

Fonte: Gilson Amorim, do Notícias da Hora

Edvaldo intercede e Assembleia vai dialogar junto ao governo para buscar uma saída para o fim da greve da Educação


Através de uma mediação do deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) junto ao presidente da Assembleia Legislativa do Acre, deputado Nicolau Júnior (PP), uma reunião foi realizada na manhã deste sábado (29) no Núcleo do Sinteac de Cruzeiro do Sul.

Na pauta, o pedido para que a Assembleia, de forma institucional, participe das discussões junto ao governo do Estado, como mediadora do diálogo. O encontro contou com a participação de diretores do Sinteac, entre eles o presidente do Núcleo, Edvaldo Gomes, e o presidente eleito, professor Pedro, que assume o Sinteac de Cruzeiro do Sul nos próximos dias.

Edvaldo Magalhães disse que este é o momento de afastar as discussões judiciais e trazer a política como mediadora de conflitos na busca de uma solução célere, razoável e que atenda a todos, tanto governo quanto sindicalistas e principalmente os trabalhadores da Educação. A ideia da reunião foi acertar detalhes para que deputados, sindicalistas e governo sentem-se à mesa e discutam uma proposta a ser apresentada na audiência de conciliação que acontece no próximo dia 9 de junho, no Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), em Rio Branco, com o desembargador Júnior Alberto.

“Eles fizeram um pedido para que a Assembleia entre de forma institucional e, também, imediata, na mediação do processo de negociação chamando as partes para um diálogo através da política, para construir uma proposta que possa ser apresentada na audiência de conciliação no próximo dia 9. O Núcleo está pedindo que a Aleac medeie uma sentada na mesa com o governo, com o movimento, inclusive, reivindicando sua participação. É o momento de afastar as discussões judiciais e trazer a política para a construção de uma saída plena e razoável para todos e quem ganha é a Educação do Acre neste processo”, disse Edvaldo Magalhães.

Para o presidente do Núcleo do Sinteac em Cruzeiro do Sul, Ednaldo Gomes, “a reunião foi importante” porque ao mesmo tempo que precisa-se encontrar uma saída boa para o governo, é preciso encontrar uma saída para a Educação. “Judicializar a greve, na minha opinião, foi um equívoco porque nós sempre estivemos abertos ao diálogo para encontrar uma saída. Entendemos que as reivindicações da categoria são justas e necessárias para este momento. Estamos vivendo um momento de pandemia, mas os nossos salários estão defasados há bastante tempo”, disse o sindicalista.

Já o presidente eleito do Núcleo do Sinteac de Cruzeiro do Sul, professor Pedro, disse que os trabalhadores almejam uma negociação com o governo para que este apresente uma proposta. “Nós não queremos greve, nós queremos o fim da greve. Essa conversa com o presidente da Assembleia foi muito importante. Fizemos um pedido a ele, que ele intermedeie essa conversa com o governo e as portas possam se abrir”, destacou o presidente eleito ao ressaltar a participação efetiva de Edvaldo Magalhães na construção do diálogo.

(assessoria)

RIO BRANCO: Manifestantes saem às ruas pedindo impeachment de Bolsonaro



Por Luciano Tavares, do Notícias da Hora

O ato contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, na tarde deste sábado (29) em Rio Branco reuniu estudantes, militantes políticos e parlamentares de partidos de esquerda e sindicalistas.

Os manifestantes pediram o impeachment de Bolsonaro, vacinas e denunciaram os cortes na educação, as privatizações e a negligência do presidente na pandemia de covid-19.

Durante o ato, os militantes levaram cruzes como símbolo de luto pelas vítimas do coronavírus e faixas e cartazes com os dizeres "fora, Bolsonaro" e Bolsonaro genocida".


Os sindicalistas e representantes dos estudantes entregaram uma carta aos deputados federais Léo de Brito (PT) e Perpétua Almeida (PCdoB) e ao deputado estadual Daniel Zen (PT), presentes ao protesto, lamentando o fim de direitos trabalhistas, as privatizações e citando a agressão do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, contra os garis e a ação judicial do governo do Estado que tornou a greve da Educação ilegal.

A manifestação começou com uma carreata saindo do estacionamento da Arena da Floresta, na Via Verde, e continuou com uma caminhada entre o Colégio de Aplicação, na avenida Getúlio Vargas, até o Palácio Rio Branco, sede do governo do Acre, onde políticos, estudantes e sindicalistas discursaram.

Governo decreta ponto facultativo para a próxima sexta-feira, 4 de junho


O governo do Acre publicou nesta sexta-feira, 28, o decreto nº 9.030, tornando a próxima sexta-feira, 4 de junho, ponto facultativo. Considerando que quinta-feira, 3 de junho, é o ponto facultativo de Corpus Christi, o ponto facultativo foi estendido também para a sexta-feira.

A medida foi tomada com base no decreto nº 7.613, de 31 de dezembro de 2020, que dispõe sobre os feriados e pontos facultativos no calendário anual de 2021. Ficam os secretários de Estado e demais autoridades da Administração Pública autorizados a convocar seus servidores para expediente normal conforme a necessidade do serviço público.

O decreto não se aplica ao atendimento nas unidades de saúde e no Hospital das Clínicas, incluídos os serviços de Atendimento Médico Especializado, Serviço de Apoio Diagnóstico, Setores de Internação, Centro Cirúrgico, Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), Central de Agendamento de Cirurgias e Hospital-Dia.

Vale ressaltar que as medidas sanitárias contra o avanço do coronavírus devem ser tomadas por todos, evitando aglomerações desnecessárias.

Jornal A Tribuna

TARAUACÁ: Prefeitura envia equipe de vacinadores para zona rural do município


A Prefeitura de Tarauacá, através da Secretaria Municipal de Saúde, enviou na última semana, equipes de Vacinadores para o Rio Tarauacá, para dar continuidade à campanha de vacinação contra a Covid-19, influenza, além de vacina de rotina.

De acordo com o Secretário de Saúde, Adelândio França, as ações de saúde que estão sendo desenvolvidas neste momento nas comunidades rurais fazem parte do planejamento da Secretaria Municipal de Saúde e tem como principal objetivo atualizar as cadernetas de vacinação.

Prefeitura apóia vacinação anti-rábica em Tarauacá.

Foi enviado também vacina anti-rábica para cães e gatos nas comunidades ribeirinhas da região do Rio.

O objetivo da campanha é imunizar os animais contra a raiva, doença fatal, causada por um vírus, que acomete mamíferos tais como cães e gatos. A equipe de vacinadores deve perdurar com as ações durante 15 dias. A doença é transmitida principalmente pela mordedura e também por arranhões, unhadas ou lambidas de animais doentes.

Na cidade, não há registro da doença em humanos, porém é preciso manter-se em alerta, pois o vírus continua em circulação. A SMSA realiza ações de vigilância epidemiológica de acordo com um calendário estabelecido pelo Ministério da Saúde.

(ASSESSORIA)

Rádio Nacional de Brasília completa 63 anos com expansão para FM e web

rir O Campo De Busca



Repórter da Agência Brasil - Brasília

Em 31 de maio de 1958, o então presidente Juscelino Kubitschek fazia o discurso de inauguração da Rádio Nacional de Brasília, a primeira de uma capital federal que nem havia sido fundada. Exatamente 63 anos depois, a emissora segue na tradicional frequência 980 AM, ensaia a expansão da programação para o FM e cresce na internet.

Além de ter parte da programação veiculada na Rádio Nacional FM (rádio fundada em 1976 e que pode ser sintonizada na frequência 96.1 FM em Brasília), a programação da Rádio Nacional de Brasília está sendo exibida na faixa 87.1 FM em São Paulo, Belo Horizonte e Recife desde o dia 7 de maio. Esta frequência está na chamada banda estendida FM, viabilizada com o desligamento analógico de canais de televisão, que ocupavam uma parte do espectro das rádios. Os aparelhos de rádio mais modernos já pegam a faixa estendida a partir de 76.1 MHz.

"A maior vantagem da AM é a questão do alcance. O sinal da AM 'viaja' mais longe do que o da FM. Por outro lado, no FM A qualidade do áudio é melhor do que o áudio em AM. Isso por conta da diferença de modulação.", explica o gerente-executivo de Engenharia da Empresa Brasil de Comunicação, Wagner Bastos.

Para Luciano Seixas, gerente-executivo da Rádio Nacional, a expansão para o FM fará com que mais gente conheça a histórica rádio de Brasília. “A expansão representa a oportunidade de alcançar novos públicos, que estão em São Paulo, Belo Horizonte e Recife, locais onde não se tinha acesso direto à rádio pelo FM”, afirma.

Um dos novos ouvintes da rádio Nacional de Brasília é o professor de história Eduardo Ferreira de Araújo. Morador de São Paulo, ele começou a ouvir a Nacional com a frequência no FM na capital paulista. “Eu vi em uma matéria que a Rádio Nacional iria estrear no dia 7 de maio e fiquei interessado. Ouvi e descobri que ela tem uma programação diferenciada em relação às rádios de São Paulo. A gente tem uma dimensão maior do próprio Brasil”, relata.

No Programa Eu de Cá, Você de Lá - um dos mais tradicionais da emissora, no ar desde o final da década de 1970 -, ouvintes das cidades com a nova faixa também já se manifestaram sobre a nova frequência. “Eu ouvia o programa por celular ou internet. Agora é pela 87,1 FM”, relatou o ouvinte Israel Queiroz, de Belo Horizonte.

Apesar da ida ao FM e da criação de novos públicos, Seixas ressalta que não existe qualquer previsão de a rádio deixar de ser transmitida no AM. “É importante destacar que a frequência 980 kHz tem uma potência única. Se tivéssemos operando em potência máxima, teríamos um alcance, inclusive, internacional”, aponta.
Internet

Não é só pelas ondas do rádio que a Nacional tem chegado à casa dos ouvintes. Por meio do site e do aplicativo Rádios EBC, a Nacional de Brasília também alcança internautas. Dados do Google Analytics, ferramenta de monitoramento de audiência na internet, apontam que a página do player da rádio é uma das mais acessadas no site.

Para Alessandra Esteves, gerente de Jornalismo Web da Empresa Brasil de Comunicação, o site ajuda a Nacional a romper o alcance do dial. “Precisamos considerar, também, que cada vez mais as pessoas estão inseridas nas plataformas digitais, então é um público que tende a crescer e não conhece fronteiras. Seja em Brasília ou até mesmo em outro país, é possível ouvir a programação da Nacional”, diz.

Rádio digital no celular - Marcello Casal Jr /Agência Brasil

O motorista Cleidimar Nunes, da cidade de Taguatinga (TO), conta que a internet mudou a relação dele com a Rádio Nacional. “Escuto a Nacional desde que me entendo por gente. Ouvia na fazenda no radinho de pilha. Eu fui me adaptando e hoje escuto a rádio pela internet. Tem uma qualidade muito melhor. Não tem a questão de o som ficar fugindo, como no rádio”, conta.

Cleidimar também relata que a Nacional o inspirou a participar como ouvinte e até ter um programa de rádio em sua cidade. “Eu tinha muita vontade de participar. Até escrevi cartas e não enviei. Mas, com a internet, comecei a participar e neste ano enviei uma mensagem. Agora, participo direto. Tenho um programa de rádio na cidade e posso dizer que 100% da inspiração para criá-lo foi na Rádio Nacional”.

Entregar o conteúdo da rádio em diversas plataformas é a tendência para o futuro, aponta Luciano Seixas. “Através da instalação dos canais de faixa estendida, do site das Rádios EBC e do aplicativo, estamos expandido o nosso alcance junto ao público ouvinte, em todo o mundo”, completa.
Como ouvir a Rádio Nacional

Brasília - AM 980 kHz

São Paulo, Belo Horizonte e Recife - FM 87,1 MHz (presente em rádios digitais)


Aplicativo – Rádios EBC (Android e iOS)

Protestos contra Bolsonaro: 5 possíveis consequências da mobilização, segundo analistas - Impeachment de volta à mesa e aumento da 'fatura' do Centrão estão entre elas

Impeachment de volta à mesa e aumento da 'fatura' do Centrão estão entre os possíveis efeitos das mobilizações contrárias ao governo, dizem analistasFoto: Getty Images / BBC News Brasil

Por Thais Carrança - Da BBC News Brasil em São Paulo

Os protestos contra o governo de Jair Bolsonaro (sem partido), realizados em todo o país neste sábado (29/05), representam uma novidade no já bastante conturbado ambiente político nacional.

Foi a primeira vez, desde o início da pandemia do coronavírus no Brasil, em março de 2020, que um número significativo de manifestantes contrários à atual gestão tomou as ruas, rompendo um longo período marcado por atos políticos realizados apenas por simpatizantes do governo.

Os atos aconteceram em pelo menos 180 municípios, de 24 Estados e do Distrito Federal, mostrando que há uma ampla diversidade geográfica na parcela da população que se opõe ao atual mandatário.

Também contaram com vasta repercussão na imprensa internacional, com cobertura de veículos tão diversos como Guardian, Economist, Al Jazeera, Le Monde, NY Post, La Nación e Indian Times, contribuindo para ampliar o desgaste da imagem internacional de Jair Bolsonaro.

As manifestações de rua da oposição acontecem num momento em que Bolsonaro se vê pressionado pela queda de sua popularidade nas pesquisas de opinião mais recentes e pelo avanço das investigações da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que avalia a resposta do governo à pandemia que já matou mais de 461 mil pessoas no país.

Mas o que essa novidade política deve trazer de consequências práticas para Bolsonaro?

A BBC News Brasil ouviu Carlos Melo, cientista político e professor do Insper; Pablo Ortellado, coordenador do Monitor do Debate Político no Meio Digital e professor da USP (Universidade de São Paulo); e Claudio Couto, cientista político e professor da FGV (Fundação Getulio Vargas) para saber o que podemos esperar do "dia seguinte" das manifestações.
1. Bolsonaro perde o 'monopólio das ruas'

Uma primeira consequência das mobilizações deste sábado, segundo os analistas, é que Bolsonaro perde o "monopólio das ruas", uma situação confortável em que apenas os seus apoiadores ocupavam o espaço público para se manifestar.

"Agora ele não pode mais falar que o povo está na rua em seu apoio. Aquela ideia de 'eu autorizo, presidente' [slogan usado por manifestantes governistas] não é mais tão simples, porque tivemos um contingente grande de pessoas dizendo que não autorizam o presidente", observa Melo, do Insper.

"Bolsonaro vinha até aqui com uma certa tranquilidade em mencionar essa figura abstrata chamada 'povo', porque havia uma situação em que apenas os seus apoiadores iam para a rua", diz o cientista político. "Agora, ele perdeu o monopólio da mobilização popular e da manifestação."


"O tamanho da manifestação e sua difusão pelo território nacional colocam de novo no horizonte um impeachment que parecia um pouco 'enterrado'", diz Pablo Ortellado, da USPFoto: Buda Mendes/Getty Images / BBC News Brasil


2. Impeachment volta à mesa

Para Pablo Ortellado, da USP, uma outra consequência dos protestos deste fim de semana é que aumenta a pressão pelo impeachment no Congresso Nacional.

"O tamanho da manifestação e sua difusão pelo território nacional colocam de novo no horizonte um impeachment que parecia um pouco 'enterrado' pela persistência da aprovação do Bolsonaro", avalia o pesquisador.

Para Ortellado, isso gera diversas consequências, que vão desde novas movimentações para que o impeachment aconteça, até o aumento do "preço" que os deputados e senadores do Centrão cobram pelo apoio ao governo.

Carlos Melo avalia que o fato de o PT, principal partido da oposição, não ter interesse no impeachment nesse momento - já que o partido vê benefícios no desgaste de Bolsonaro para seu próprio projeto eleitoral de 2022 - não é um fator impeditivo para que o clamor pelo impedimento presidencial avance.

"O impeachment é sempre algo que depende muito mais da insatisfação popular e da mobilização de massas do que da vontade dos atores pura e simplesmente", diz o professor do Insper, lembrando dos casos de Fernando Collor e Dilma Rousseff.

"Com isso, não quero dizer que vai ter impeachment, mas não posso afirmar de forma alguma que simplesmente não vai ter porque o establishment não quer. Não é assim que a coisa ocorre."

Claudio Couto, da FGV, por sua vez, avalia que o impeachment volta como uma bandeira de mobilização, mas não necessariamente como "um item real do cardápio".

Segundo ele, são duas as razões para isso: a proximidade das eleições de 2022 e o fato de o vice-presidente Hamilton Mourão não se apresentar como uma alternativa confiável.

"Tem um ditado da política brasileira que diz que 'o Centrão ninguém compra, só aluga'", cita Claudio Couto, da FGVFoto: Cleia Viana/Agência Câmara de Notícias / BBC News Brasil

3. Aumenta a 'fatura' do Centrão

Se têm visões distintas sobre as perspectivas para o impeachment, em uma coisa os analistas são unânimes: a demonstração de força da oposição deve aumentar o preço cobrado pelo apoio do chamado "Centrão" - grupo de partidos de centro-direita que costuma estar na base de qualquer governo do país, independentemente da posição ideológica, mediante troca de favores como cargos e verbas.

"Os políticos são sensíveis às mobilizações e entendem elas como uma forma de pressão da população", avalia Melo.

"Isso aumenta a 'fatura' do Centrão e também a possibilidade de o Centrão, depois que 'resgatar essa fatura', não entregar o que prometeu, porque o Centrão é antes de tudo pragmático", observa o analista.

"Conforme a perspectiva de reeleição entra em risco, esses setores tendem a abandonar o barco, para embarcar em projetos mais promissores. Tem uma frase do Tancredo Neves que diz o seguinte: todo político vai com outro até a sepultura, mas não se joga."

Claudio Couto, da FGV, também escolhe uma frase de efeito para falar sobre essa questão.

"Tem um ditado da política brasileira que diz que 'o Centrão ninguém compra, só aluga'", cita o cientista político.

"Essa é uma ideia interessante porque ela mostra o seguinte: o Centrão não está ali para ser um partido orgânico do governo, que vai apoiá-lo até o final. Ele é importante para a aprovação de projetos, para proteger o presidente, por exemplo, de uma tentativa de impeachment, mas ele é insuficiente quando o governo enfrenta dificuldades reais. Se o Centrão perceber que o barco está afundando, ele corre para outro lado."

4. Dificulta a reeleição de Bolsonaro

A debandada do Centrão pode ter uma outra consequência para Bolsonaro: dificultar a aprovação no Congresso de projetos que o governo deve tentar encaminhar nos próximos meses com objetivo de melhorar sua popularidade para as eleições do próximo ano.

Em entrevista publicada pela Folha de S. Paulo na última segunda-feira (24/05), o ministro da Economia Paulo Guedes deixou clara essa intenção.

"Agora vem a eleição? Nós vamos para o ataque. Vai ter Bolsa Família melhorado, BIP [Bônus de Inclusão Produtiva], o BIQ [Bônus de Incentivo à Qualificação], vai ter uma porção de coisa boa para vocês baterem palma", disse o ministro, citando programa planejado pelo governo de incentivo à qualificação para jovens, tendo como contrapartida uma bolsa paga em parte pelo governo (que seria chamada de BIP) e em parte pelas empresas (BIQ).

"O projeto de reeleição depende de uma série de fatores, inclusive da aprovação de medidas na Câmara e no Senado e as manifestações enfraquecem a agenda do governo dentro do Congresso Nacional", avalia Carlos Melo.

"O governo tem desempenho frágil, é pouco realizador - não à toa Bolsonaro tem inaugurado ponte de madeira -, enfrenta o problema seríssimo da pandemia, com 460 mil mortos até agora, e uma economia que dá sinais de recuperação, mas com milhões sem emprego. Nada disso ajuda."

"De alguma forma, legitima a atuação da CPI, produz um efeito favorável no sentido de facilitar que a comissão avance no seu trabalho", diz Claudio Couto, da FGVFoto: Agência Senado / BBC News Brasil

5. Empodera a CPI da covid

Por fim, uma última consequência apontada pelos analistas deve afetar o novo entretenimento preferido dos brasileiros: a CPI que investiga a resposta da atual gestão à pandemia.

"A manifestação demonstra que há um grande descontentamento. Que esse setor que não gosta do Bolsonaro está com muito ímpeto", avalia Ortellado. "Isso dá mais respaldo para o bloco de oposição da CPI, porque ele se sente simbolicamente apoiado pela população."

Segundo o professor da USP, isso também deve permitir aos políticos não identificados com a oposição serem mais críticos, caso, por exemplo, do presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM).

Carlos Melo avalia que o clamor das ruas também pode retrair parte da base de apoio ao governo.

"Não acho que o Fernando Bezerra [senador pelo MDB-PE e líder do governo no Senado] amanhã estará intimidado, ou que o Flavio Bolsonaro estará intimidado. Mas uma série de nomes na CPI que andam ali no fio da navalha, fazendo discursos ambíguos, terão um pouco mais de cuidado."

Para Claudio Couto, mais do que as ruas empoderarem a CPI, são os achados da CPI que podem ajudar a esquentar a temperatura das ruas.

"A tendência é muito mais esse tipo de mobilização ser alimentada pela CPI do que o oposto. Mas, é claro, que isso também de alguma forma legitima a atuação da CPI, produz um efeito favorável no sentido de facilitar que a comissão avance no seu trabalho."

fonte: BBC NEWS

Covid-19: os 5 piores líderes do mundo no combate à pandemia

 

Ações, omissões ou as duas coisas juntas caracterizam o desempenho de presidentes e primeiros-ministros que têm se destacado negativamente ao lidar com a covid-19

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi em encontro em Nova Délhi no início de 2020: notas baixas no combate à covid-19. Crédito: Alan Santos/PR/Wikimedia Commons

A covid-19 é notoriamente difícil de controlar e os líderes políticos são apenas parte do cálculo quando se trata de gerenciamento de pandemia. Mas alguns líderes mundiais atuais e anteriores têm feito poucos esforços para combater os surtos em seu país, seja minimizando a gravidade da pandemia, desconsiderando a ciência ou ignorando intervenções críticas de saúde, como distanciamento social e máscaras. Todos os homens nesta lista cometeram pelo menos um desses erros, e alguns cometeram todos eles – com consequências mortais.

Modi em videoconferência com seus ministros em junho de 2020: com a doença ainda fora de controle, ele liberou manifestações em campanhas políticas e um festival religioso que mobiliza milhões de pessoas entre janeiro e março. Crédito: Prime Minister’s Office/Wikimedia Commons
Narendra Modi, Índia

Sumit Ganguly, Universidade de Indiana

A Índia é o novo epicentro da pandemia global, registrando cerca de 400 mil novos casos por dia em maio de 2021. Por mais sombria que seja, essa estatística falha em capturar o horror absoluto que se desenrola ali. Os pacientes da covid-19 estão morrendo em hospitais porque os médicos não têm oxigênio para administrar e nenhum medicamento que salva vidas como o remdesivir. Os doentes são rejeitados em clínicas que não têm leitos gratuitos.

Muitos indianos culpam um homem pela tragédia do país: o primeiro-ministro Narendra Modi.

Em janeiro de 2021, Modi declarou em um fórum global que a Índia “salvou a humanidade… ao conter o coronavírus de forma eficaz”. Em março, seu ministro da Saúde proclamou que a pandemia estava chegando ao “fim do jogo”. A covid-19 estava ganhando força na Índia e em todo o mundo – mas seu governo não fez preparativos para possíveis contingências, como o surgimento de uma variante da covid-19 mais mortal e contagiosa.

Mesmo com bolsões significativos do país não tendo suprimido totalmente o vírus, Modi e outros membros de seu partido realizaram massivas manifestações de campanha ao ar livre antes das eleições de abril. Poucos participantes usavam máscaras. Modi também permitiu que um festival religioso que atrai milhões de pessoas ocorresse de janeiro a março. As autoridades de saúde pública agora acreditam que o festival pode ter sido um evento superpropagador e foi “um erro enorme”.

Enquanto Modi elogiava seus sucessos no ano passado, a Índia – o maior fabricante mundial de vacinas – enviou mais de 10 milhões de doses de vacinas aos países vizinhos. Mesmo assim, apenas 1,9% dos 1,3 bilhão de indianos foram totalmente vacinados contra a covid-19 no início de maio.

Bolsonaro em pronunciamento oficial sobre a covid-19 em março de 2020: presidente brasileiro fomentou um falso dilema entre catástrofe econômica e distanciamento social. Crédito: TV BrasilGov/Wikimedia Commons

Jair Bolsonaro, Brasil

Elize Massard da Fonseca, Fundação Getulio Vargas, e Scott L. Greer, Universidade de Michigan

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro não apenas deixou de responder à covid-19 – que ele classifica como uma “gripezinha”: ele agravou ativamente a crise no Brasil.

Bolsonaro utilizou seus poderes constitucionais para interferir nas questões administrativas do Ministério da Saúde, como protocolos clínicos, divulgação de dados e aquisição de vacinas. Ele vetou a legislação que obrigaria o uso de máscaras em locais religiosos e compensaria os profissionais de saúde permanentemente prejudicados pela pandemia, por exemplo. E ele obstruiu os esforços de governos estaduais para promover o distanciamento social e usou seu poder de decreto para permitir que muitos negócios permanecessem abertos como “essenciais”, incluindo spas e academias. Bolsonaro também promoveu agressivamente medicamentos não comprovados, principalmente hidroxicloroquina, para tratar pacientes com covid-19.


Bolsonaro usou seu perfil público como presidente para moldar o debate em torno da crise do coronavírus, fomentando um falso dilema entre catástrofe econômica e distanciamento social e deturpando a ciência. Ele culpou os governos estaduais brasileiros, a China e a Organização Mundial da Saúde pela crise da covid-19 e nunca se responsabilizou por administrar o surto em seu próprio país.

Em dezembro, Bolsonaro declarou que não tomaria a vacina por causa dos efeitos colaterais. “Se você se transformar em um jacaré, o problema é seu”, disse ele.

A má gestão da pandemia de Bolsonaro criou conflito dentro de seu governo. O Brasil passou por quatro ministros da Saúde em menos de um ano. O surto descontrolado no Brasil deu origem a várias novas variantes do coronavírus, incluindo a variante P.1, que parece mais contagiosa. A taxa de transmissão de covid-19 do Brasil está finalmente começando a cair, mas a situação ainda é preocupante.

Alexander Lukashenko, presidente bielorrusso, encontra Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA no governo Trump, em fevereiro de 2020: o governante europeu recomendou vodca para os contaminados pela covid-19. Crédito: U.S. Department of State/Wikimedia Commons

Alexander Lukashenko, Bielorrússia

Elizabeth J. King e Scott L. Greer, Universidade de Michigan

Muitos países ao redor do mundo responderam à covid-19 com políticas tragicamente inadequadas. No entanto, argumentamos que os piores líderes da pandemia são aqueles poucos que escolheram a negação total em vez da ação ineficaz.

Alexander Lukashenko, o líder autoritário de longa data da Bielorrússia (Belarus), nunca reconheceu a ameaça da covid-19. No início da pandemia, enquanto outros países estavam impondo bloqueios, Lukashenko optou por não implementar quaisquer medidas restritivas para evitar a disseminação da covid-19. Em vez disso, ele afirmou que o vírus poderia ser evitado bebendo vodca, visitando a sauna e trabalhando no campo. Essa negação deixou essencialmente medidas preventivas e ajuda pandêmica para os indivíduos e campanhas de crowdfunding (vaquinhas virtuais).

Durante o verão de 2020, Lukashenko afirmou que havia sido diagnosticado com covid-19, mas que era assintomático, o que lhe permitiu continuar insistindo que o vírus não era uma ameaça séria. Supostamente, frustrar a doença e visitar os hospitais de covid-19 sem máscara também reforçou sua imagem desejada de um homem forte.

A Bielorrúsia acaba de iniciar os esforços de vacinação, mas Lukashenko diz que não será vacinado. Atualmente, menos de 3% dos bielorrussos são vacinados contra a covid-19.

Trump em comício para as eleições, em outubro de 2020: desinformação e retórica anticientífica no trato com a covid-19. Crédito: Gage Skidmore/Wikimedia Commons

Donald Trump, Estados Unidos

Dorothy Chin, Universidade da Califórnia, Los Angeles

Trump está fora do cargo, mas seu tratamento incorreto da pandemia continua a ter consequências devastadoras a longo prazo nos Estados Unidos – particularmente na saúde e no bem-estar das comunidades negras.

A negação inicial de Trump da pandemia, a propagação ativa de desinformação sobre o uso de máscaras e tratamentos e a liderança incoerente prejudicou o país como um todo – mas o resultado foi muito pior para alguns grupos do que para outros. Comunidades de cor sofreram doenças e mortes desproporcionais. Embora os afro-americanos e latinos representem apenas 31% da população dos EUA, por exemplo, eles respondem por mais de 55% dos casos de covid-19. Os indígenas americanos foram hospitalizados 3,5 vezes mais e sofreram 2,4 vezes a taxa de mortalidade dos brancos.

As taxas de desemprego também são desproporcionais. Durante o pior da pandemia nos EUA, eles dispararam para 17,6% para os latino-americanos, 16,8% para os afro-americanos e 15% para os asiático-americanos, em comparação com 12,4% para os americanos brancos.

Essas lacunas esmagadoras ampliaram as desigualdades existentes, como pobreza, instabilidade habitacional e qualidade da escolaridade – e provavelmente continuarão a acontecer por algum tempo. Por exemplo, embora a economia geral dos EUA mostre sinais de recuperação, os grupos minoritários não tiveram um progresso equivalente.

Finalmente, a culpa de Trump à China pela covid-19 – que incluía epítetos raciais como chamar o vírus de “kung flu” – imediatamente precedeu um aumento quase duas vezes maior nos ataques a asiático-americanos e de origem em ilhas do Pacífico no ano passado. Essa tendência preocupante não mostra sinais de enfraquecimento.


A administração Trump apoiou o desenvolvimento inicial da vacina no país, uma conquista que poucos líderes mundiais podem reivindicar. Mas a desinformação e a retórica anticientífica que ele transmitiu continuam a comprometer o caminho dos EUA para fora da pandemia. As últimas pesquisas sugerem que 24% de todos os americanos e 41% dos republicanos dizem que não serão vacinados.

López Obrador com Trump, em encontro na Casa Branca em julho de 2020: minimização da gravidade da covid-19 no México. Crédito: Casa Branca

Andrés Manuel López Obrador, México

Salvador Vázquez del Mercado, Centro de Investigación y Docencia Económicas

Com 9,2% de seus pacientes de covid-19 morrendo da doença, o México tem a maior taxa de letalidade do mundo. Estimativas recentes mostram que provavelmente sofreu 617 mil mortes – no mesmo nível dos Estados Unidos e da Índia, ambos países com populações muito maiores.

Uma combinação de fatores contribuiu para os prolongados e extremos surtos de covid-19 no México. E uma liderança nacional inadequada era uma delas.

Durante a pandemia, o presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador procurou minimizar a gravidade da situação no México. No início, ele resistiu aos apelos para decretar um bloqueio nacional e continuou realizando comícios em todo o país antes de, em 23 de março de 2020, o México fechar por dois meses. Ele frequentemente se recusava a usar máscara.


Tendo herdado uma colcha de retalhos subfinanciada de serviços de saúde quando assumiu o cargo em 2018, López Obrador aumentou apenas ligeiramente os gastos com saúde durante a pandemia. Os especialistas afirmam que os orçamentos dos hospitais são insuficientes para a enorme tarefa que enfrentam.

Mesmo antes do início da pandemia, a política de extrema austeridade fiscal de López Obrador – em vigor desde 2018 – tornou o combate à crise de saúde muito mais difícil, ao limitar significativamente a ajuda financeira relacionada à covid-19 disponível para cidadãos e empresas. Isso, por sua vez, agravou o choque econômico causado pela pandemia no México, alimentando a necessidade de manter a economia aberta durante todo o ano passado, bem na feroz segunda onda de inverno, da qual o México está apenas começando a emergir.

Posteriormente, outro bloqueio tornou-se inevitável. O México fechou de novo brevemente em dezembro de 2020.

Hoje, o uso de máscaras aumentou e o México vacinou totalmente 10% de sua população, em comparação com 1% na vizinha Guatemala. As coisas estão melhorando, mas o caminho do México para a recuperação é longo.

* Sumit Ganguly é professor de Ciência Política e catedrático em Culturas e Civilizações Indígenas na Universidade de Indiana (EUA); Dorothy Chin é psicóloga pesquisadora associada na Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA); Elizabeth J. King é professor associada de Comportamento para a Saúde e Educação para a Saúde na Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan (EUA); Elize Massard da Fonseca é professora assistente na Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas na Fundação Getulio Vargas (Brasil); Salvador Vázquez del Mercado é professor de Pesquisa Conacyt no Laboratório Nacional de Políticas Públicas, Centro de Investigación y Docencia Económicas (México); Scott L. Greer é professor de Gestão de Saúde Global e Política e Ciência Política na Universidade de Michigan (EUA).

** Este artigo foi republicado do site The Conversation sob uma licença Creative Commons. Leia o artigo original aqui.

FONTE: PORTAL TERRA

Câmara dos Deputados aprova emenda do deputado Jesus Sérgio que amplia beneficiários do BPC


A Câmara dos Deputados aprovou durante sessão ordinária desta semana a emenda do deputado federal Jesus Sérgio (PDT) à Medida Provisória 1023/2020, que define critérios para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) a pessoas com renda familiar per capita de até meio salário mínimo.

A emenda do deputado Jesus Sérgio, aprovada pelo plenário da Câmara, amplia a concessão do BPC para pessoas com renda per capita de até meio salário e que tenham grau da deficiência; dependência de terceiros para o desempenho de atividades básicas da vida diária e comprometimento do orçamento do núcleo familiar com gastos médicos.

“O texto original da Medida Provisória enviada pelo governo concedia o benefício apenas para as famílias com renda per capita de até um quarto de salário mínimo, então, apresentamos uma emenda para corrigir este erro, pois sabemos que há muitas famílias com renda de até meio salário mínimo que passam por muitas dificuldades. O BPC ajuda muitas famílias brasileiras, principalmente agora neste momento de pandemia e crise econômica”, afirmou Jesus Sérgio.

ASSESSORIA

sábado, 29 de maio de 2021

TARAUACA: CALENDARIO DE VACINAÇÃO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DA EDUCAÇÃO

 


TARAUACÁ: VACINAÇÃO DOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO INICIA NA PRÓXIMA SEMANA - ESCOLA DJALMA BATISTA SERÁ A PRIMEIRA


Representando a Secretaria Estadual de Educação, a Professora Janaina Furtado, que é Coordenadora do Núcleo da SEE em Tarauacá, participou de uma importante reunião na tarde desta última sexta feira, 28 de maio, na Secretaria Municipal de Saúde, onde se discutiu os encaminhamentos para o início da VACINAÇÃO DOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO das redes municipal, estadual e federal de educação, contra COVID 19.

Além de Janaina estavam presentes a Professora Lucicléia Lima, Secretaria Municipal de Educação, Professor Dênis Borges, Diretor do IFAC, Francinês Correia e Mirasílvia Lima da SEMSA, responsáveis pela imunização. A vacinação desses profissionais deve iniciar na próxima segunda feira 31 de maio.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que as 180 primeira doses disponíveis inicialmente, atenderá 22% dos trabalhador da educação. Uma média de 1.100 servidores das 3 redes serão contemplados.

"Com muita alegria participei, na Secretaria Municipal de Saúde, do planejamento da vacinação para os profissionais da Educação de Tarauacá. A primeira Escola da Rede Estadual sorteada foi a nossa Djalma Batista. Desde já em nome do Governo do Estado antecipamos nossos agradecimentos ao Secretário Aderlândio França, à Prefeita Maria Lucinéia e ao Ministério da Saúde" comentou Janaina.

Documentos para apresentarem nos postos;

- Cópias de RG e CPF;
- Contra Cheque;
- Declaração da escola ou órgão em que trabalha;
- Carteira de vacinação.


A Unidade de Saúde Porto Marques localizada na Avenida Tancredo Neves é o local referência para vacinação dos servidores da educação. Todas as escolas do estado serão atendidos no período da tarde.



Calendáro de Vacinação das Escolas Estaduals Urbanas (por sorteio):

1. Djalma da Cunha Batista - 31/05 (segunda feira)
2. Tupanir Gaudêncio da Costa - 01/06 (terça feira)
3. Rosaura Mourão da Rocha - 04/06 (sexta feira)
4. Edmundo Pinto - 07/06 (segunda feira)
5. Delzuite Barroso - 08/06 (terça feira)
6. Instituto São José - 09/06 (quarta feira)
7. João Ribeiro - 10/06 (quinta feira)
8. Plácido de Castro - 11/06 (sexta feira)

As Escolas Estaduais Rurais Francisco Napoleão e 15 de Junho serão atendidas no dia 14 de junho. Os demais órgãos da Edcuação Estadual como Núcleo, Biblioteca, Setor de Merenda, NTE, e Pólo EAD serão contemplados em dada a ser definida.


Assessoria
Núcleo Tarauacá

Saúde autoriza imunização da população geral por idade e antecipa vacinação da educação


O Ministério da Saúde está antecipando a vacinação contra a Covid-19 para os profissionais da educação e já autoriza paralelamente da população em geral por ordem decrescente de faixa etária.

As vacinas chegarão aos Estados de forma escalonada, para atender a esse público, juntamente com outros grupos prioritários definidos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO).

A motivação da priorização dos profissionais da educação se deve aos impactos sociais ocasionados pela Covid-19 com a necessidade de volta às aulas presenciais. As creches e escolas contribuem não só para a educação de milhares de brasileirinhos como também garantem a segurança alimentar das crianças.

No caso dos profissionais da educação, a orientação é seguir essa ordem de prioridade: creches, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, profissionalizantes e EJA e, na sequência, trabalhadores da educação do ensino superior.
Para além dos grupos prioritários, entre eles os profissionais da educação, o Ministério da Saúde também inicia paralelamente a vacinação da população geral, entre 18 e 59 anos. Isso porque estados e municípios relataram demanda diminuída dos grupos elencados no plano de vacinação.

Esse grupo poderá começar a ser imunizado de maneira escalonada e por faixas etárias decrescentes, desde que a vacinação dos grupos prioritários restantes seja mantida e cumprida, de acordo com a ordem estabelecida pelo PNO.

As recomendações foram pactuadas na Comissão Intergestores Tripartite (CIT), realizada na quinta-feira (27/5), com representantes do Ministério da Saúde, estados e municípios. As orientações também estão em uma nota técnica do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

(ac24horas)

Acidente de moto mata farmacêutico mais antigo de Feijó


Uma tragédia na tarde desta sexta-feira, 28, matou o mais antigo farmacêutico da cidade de Feijó. Aos 62 anos, Joé de Freitas Taveira, que também era enfermeiro do Hospital de Feijó, morreu ao se chocar com uma tora de madeira enquanto pilotava sua motocicleta.

Testemunhas contam que Taveira trafegava atrás de um outro motoqueiro que usava uma carrocinha para carregar madeira, que passava em muito a extensão do equipamento.

Após uma manobra inesperada, Taveira não conseguiu desviar da tora de madeira que atingiu em cheio seu rosto. Levado para o hospital, não resistiu ao ferimento.

O clima na cidade de Feijó é de extrema comoção, já que Taveira tinha mais de três décadas no ramo farmacêutico e era reconhecido pelo tratamento respeitoso que dava aos seus clientes.

FONTE: Ac24Horas

BRASIL: Covid-19: ministério anuncia vacinação para trabalhadores da educação



O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta feira (28) o início da vacinação dos trabalhadores da educação no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19. O grupo já fazia parte dos públicos prioritários e agora os estados começarão a receber doses para aplicação nesses profissionais.

Atualmente, os estados estão imunizando pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência cadastradas no Benefício de Prestação Continuada (BPC). Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI), Francieli Fantinato, o ministério começará a destinar doses aos trabalhadores da educação em paralelo aos grupos de pessoas com deficiência permanente sem cadastro no BPC, população em situação de rua e funcionários e população do sistema de privação de liberdade (prisões e unidades de internação de adolescentes).

A imunização dos trabalhadores da educação ocorrerá das primeiras para as últimas séries, contemplando, nesta ordem: creches, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, ensino profissionalizante e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Em seguida, serão contemplados os profissionais da educação superior.

A medida foi adotada após ter sido detectada uma menor procura por vacinação dos grupos prioritários em estados e municípios. “Essa demanda reduzida pode estar relacionadas às superestimativas do grupo de comorbidades, onde utilizamos dados da Política Nacional de Saúde, mas não faz relação com as comorbidades do PNI, existindo uma margem de erro”, explicou Francieli.

“Enquanto estivermos vacinando grupos vulneráveis já vamos abrir para trabalhadores da educação. Na sequência, quando concluir esses grupos, inicia os outros segmentos: força de segurança e salvamento, trabalhadores de transporte coletivo até o grupo 28 [do PNO]. São números pequenos. Os quantitativos de vacina vamos dividir. Vamos fazer uma parte para este segmento e uma parte por faixa etária”, comentou a coordenadora do PNI.

A vacinação por faixa etária, para a população em geral, seguirá a ordem decrescente. Como os idosos (60 anos +) já foram imunizados, o ministério pretende vacinar as pessoas de 18 a 59 anos. O esquema de vacinação terá início pelos mais velhos (59 anos). Francieli Fantinato acrescentou que os municípios terão a flexibilidade de pactuar com os estados a aceleração da imunização nos grupos do PNO e nas faixas etárias, caso complete segmentos.

“A estratégia inicial é concluir até o grupo de trabalhadores da educação, na sequência inicia o grupo 20 [forças de segurança] e por faixa etária. Se o município tiver demanda reduzida, tem que fazer trabalho de identificar pessoas, de buscar e se esgotar essas possibilidades já pode abrir. O município vai ter que manejar isso e entender a sua população”, explicou.

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, destacou a autorização pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) da possibilidade de armazenamento da vacina da Pfizer nas temperaturas entre 2ºC e 8ºC, por até 31 dias. Até então, o período máximo permitido era de cinco dias. Com isso, disse Cruz, será possível enviar os imunizantes para mais cidades, chegando ao conjunto dos municípios brasileiros.

Vacinas em junho

O secretário executivo informou que, para junho, está prevista a distribuição de 43,8 milhões de doses. Esse total será formado por 20,9 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca, produzidas pela Fiocruz; 6 milhões da Coronavac (do Instituto Butantan); 4 milhões da Oxford/AstraZeneca pelo consórcio Covax Facility; 842 mil da Pfizer pelo Covax Facility e 12 milhões da Pfizer. (Agência Brasil)


Agência Brasil

TARAUACÁ: No Programa Papo Reto, Chico Batista diz que ausência de vaidade o manteve vivo na vida pública



Da redação do Notícias da Hora 

Durante o Programa Papo Reto, com o jornalista Gilson Amorim, na tarde desta sexta-feira (28), o presidente da Câmara de Vereadores de Tarauacá, Chico Batista (PDT), disse que nunca se envaideceu com cargos públicos nos seus mais de 30 anos de vida pública.

“Eu sou funcionário do povo. Sempre fiz questão de prestar conta com a população e com pé no chão. Talvez seja isso que me fez ter tantos mandatos”, disse o parlamentar.

Quanto a uma possível candidatura dele em 2022 a uma vaga na Assembleia Legislativa, Chico Batista diz que seu nome está à disposição do partido e principalmente do eleitor, mas lembrou que não irá impor candidatura. “Sou jogador do time”, ponderou.

Finalizando a entrevista, Batista argumentou que a prefeita Maria Lucinéia fará uma grande administração nos próximos três anos e meio que ainda faltam ser concluídos.

Decreto mantém venda de bebidas alcoólicas até às 22 horas e não até meia-noite, explica procurador



Da redação do Notícias da Hora

O governo do Estado alterou o decreto nº 8.911, de 14 de maio de 2021, que tratava sobre medidas restritivas, excepcionais e temporárias para o enfrentamento à pandemia. De acordo com o procurador-geral do Estado, João Paulo Setti, o decreto não permite que bares e distribuidoras sigam comercializando bebidas alcoólicas a partir das 22 horas.

Ele explicou que o decreto foi alterado apenas no artigo 3º quanto ao funcionamento desses espaços comerciais e eventos, que devem encerrar as atividades à meia-noite e manter-se fechado até às 5 da manhã.

Com a redução dos casos de covid-19, a reabertura dos comércios começa de forma gradativa, mesmo assim preocupa infectologistas, isso porque o índice de pessoas vacinas contra a doença ainda é baixo.

sexta-feira, 28 de maio de 2021

Cruzeiro do Sul é o 1º município do Acre a vacinar profissionais da educação contra a Covid-19


Enquanto boa parte dos municípios ainda discutem a possibilidade de vacinar os profissionais de educação contra a covid-19, a prefeitura de Cruzeiro do Sul inicia a vacinação destes profissionais, já neste sábado, dia 29. Serão vacinados profissionais em educação da rede municipal, estadual e privada. Inicialmente, os que trabalham com educação infantil e ensino fundamental I e ll.

Do montante de vacinas recebidas pelo município de Cruzeiro do Sul, através do Programa Nacional de Imunizações (PNI), restaram cerca de 2 mil doses de vacina. E a prefeitura pediu autorização para que essas doses pudessem ser remanejadas e aplicadas nos profissionais de educação.

O Secretário Municipal de Saúde, Agnaldo Lima, falou sobre o trabalho que está sendo feito para vacinar os educadores: “O nosso prefeito deixou claro para nós, que nada é mais importante do que imunizar, o quanto antes, a nossa população. E nesse contexto, os profissionais de educação precisam ser vacinados, para que possamos sonhar com um retorno mais rápido das aulas presenciais”. E seguiu: “Foi por isso que, ao identificarmos essa sobra nas vacinas que chegaram, procuramos de forma imediata conseguir autorização para que pudéssemos realizar a vacinação dos nossos profissionais de educação”, explicou o secretário.

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, falou sobre a importância de se vacinar os profissionais de educação: “A educação sempre deve ser tratada como prioridade. Uma das maiores crueldades dessa pandemia é que ela afasta o aluno da escola. Isso prejudica muito o nível do ensino e o acesso à educação de qualidade. Essa é uma conta que podemos ter que pagar lá na frente”. E continuou : “O maior anseio dos pais, dos alunos e dos professores, é que possamos voltar a ter aulas presenciais. E isso só vai ser possível, se os profissionais de educação forem imunizados. É por isso que nós procuramos ser rápidos para vacinar todos os nossos educadores e também as equipes de apoio. Nós vamos começar já neste sábado, e isso é algo que me deixa muito feliz”, celebrou Zequinha.

Onde tomar a vacina?

Todos os profissionais de educação, da rede pública e da rede privada, que atuam na educação infantil e no ensino fundamental I e II, podem procurar os locais de vacinação, nesse sábado, 29. Os pontos de vacinação foram definidos com base na escola de atuação de cada profissional, e podem ser consultados abaixo:


Correção do FGTS saiba quanto cada trabalhador pode receber

A ação de correção dos valores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um dos pontos mais debatidos pelos trabalhadores nos últimos dias, o fato ganhou grande repercussão, pois a ação estava para ser decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) acabou não ocorrendo como esperado no dia 13 de maio, quando o Supremo retirou da pauta a votação da revisão.

Agora, os trabalhadores e advogados seguem aguardando o posicionamento do STF sobre uma possível data do julgamento, o que por um lado acabou beneficiando os trabalhadores que não conheciam essa correção, de ingressar com ação requerendo valores de seu direito.

Com relação ao ponto que mais chama atenção aos trabalhadores, que é justamente sobre o recebimento de valores, muitos trabalhadores continuam com dúvidas sobre a viabilidade da ação e se ela realmente será vantajosa.


Se você também que esclarecer esse ponto de uma vez por todas, continue acompanhando!

Valores da correção do FGTS

A correção monetária do FGTS pode sim, render muito dinheiro aos trabalhadores, contudo, nem todos os trabalhadores vão ter uma “bolada” para receber, e é bom que isso fique claro de uma vez por todas.

Existem muitos cálculos que dão valores extremamente altos com R$ 17 mil R$ 70 mil ou ainda R$ 125 mil. Contudo, da mesma forma que existem cálculos que estão rendendo altos valores aos trabalhadores, existem outros cálculos rendendo valores de até R$ 100,00, o que acaba de fato não sendo interessante para o trabalhador.

O que determina se a revisão de correção dos valores beneficiará você é o salário que você recebeu ao longo dos anos, por quanto tempo você recebeu estes valores e o principal deles é se realmente a empresa depositou todos os valores nas contas do FGTS vinculadas ao seu contrato de trabalho.

Outro ponto que precisa ser lembrado é que o cálculo para correção será realizado sobre o valor dos Créditos JAM (Coeficientes de Juros e Atualização Monetária) e não sobre o saldo final do Fundo de Garantia.

Com isso, para você poder evidenciar se a correção do FGTS valerá apena para você, será necessário verificar que a revisão acaba sendo benéfica quando o interessado trabalhou em uma empresa por um longo período de tampo e com salário razoável, nesses casos a revisão costuma ser bem vantajosa.

Contudo, se o trabalhador acabou mudando muito de emprego, e com salários mais baixos, os valores das correções através de simulações não costumam ser tão vantajosos assim.

Vale lembrar que o que estamos falando aqui não é um critério determinante, apenas um ponto de atenção para quem está em busca de receber os valores perdidos ao longo do tempo.
Cálculos dos valores a receber

O trabalhador pode simular os valores da correção do FGTS, da seguinte maneira:
Pegue o valor dos 8% do salário recebido todo o mês durante o tempo em que trabalhou;
Soma-se a 3% de juros do próprio FGTS; e mais
Atualização de dinheiro com base na taxa de referência como, por exemplo, INPC ou IPCA.

Apesar de parecer simples, o cálculo exige bastante atenção por parte do interessado. Como dito anteriormente o cálculo será realizado através de Créditos JAM, de modo a realizar o cálculo das diferenças entre TR e INPC é necessário refazer o índice aplicado às contas do FGTS, retirando dele a TR e substituindo pelo INPC.

Vale lembrar que o extrato do FGTS pode ser obtido através do site da Caixa: www.caixa.gov.br/extrato-fgts

Ferramenta de cálculo gratuito

O trabalhador interessado em saber o valor exato da revisão do seu FGTS, também pode contar um serviço de cálculo totalmente gratuito chamado LOIT FGTS.

Para isso, basta se cadastrar na plataforma e anexar seus extratos da Caixa obtidos pelo site do banco. O processo é muito simples e ao enviar as informações solicitadas o cálculo dos valores que você tem para receber serão apresentados em poucos instantes.

Acesse em: https://fgts.loitlegal.com.br

Em seguida, caso você queira entrar com o pedido no Juizado Especial Federal de sua região, o site oferece um KIT com os documentos já preenchidos com seus dados e todas as orientações e suporte para protocolar o processo.

Para profissionais como advogados e contadores que desejam ajudar seus clientes no cálculo dessa revisão, existe também outra ferramenta que permite a execução de forma mais abrangente, trata-se da automação ELI FGTS.


Acesse em: https://fgts.elibot.com.br


FONTE: https://www.jornalcontabil.com.br/