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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

BRASIL: Prazo para regularizar situação no BPC vai até 31 de março


As pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) nascidas entre janeiro e março têm até o dia 31 de março deste ano para regularizar sua situação. Para isso, é preciso se inscrever no Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal.

O BPC é um benefício no valor de um salário mínimo (R$ 998) pago a pessoas com deficiência ou a idosos (65 anos ou mais) que comprovem não terem como se sustentar ou não terem como obter despesas básicas com a família. Podem ter acesso ao auxílio indivíduos cuja renda familiar per capita seja inferior a um quarto do salário mínimo (R$ 249,50).

A inscrição no Cadastro Único pode ser feita nos Centros de Referência em Assistência Social, os Cras. No site do Ministério da Cidadania, é possível acessar os Mapas Estratégicos para Políticas de Cidadania (Mops), onde o cidadão pode consultar a localização dos Cras e outros equipamentos de assistência social na região onde mora.

Segundo o Ministério da Cidadania, ainda há 1,1 milhão de pessoas recebem o BPC, mas não estão no Cadastro Único. Isso equivale a 25% das pessoas beneficiárias do auxílio. Até o momento, 3,4 milhões de pessoas com a ajuda já enviaram dados do governo federal.

Calendário

O prazo até 31 de março é apenas para pessoas que fazem aniversário entre janeiro e março. A lógica é a mesma para nascidos nos trimestres seguintes. Para aniversariantes entre abril e junho, a inscrição deve ser realizada até o fim de junho. Para os nascidos entre julho e setembro, a exigência é regularizar a situação até setembro. O mesmo vale para aos aniversariantes entre outubro e dezembro, que terão até o fim do ano para encaminhar a inscrição no Cadastro Único.

Da Agência Brasil

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Estudo analisa abastecimento de água com sistemas de energia solar na Amazônia

A imagem ainda vive no imaginário popular: uma mulher, cansada pelo excesso de peso, carrega um balde, vaso ou lata de água na cabeça, da fonte até a sua casa, para ser utilizada pela família. Essa cena, clássica em obras de arte, no cinema e até em canções, deixou de ser realidade há um bom tempo para 21 comunidades ribeirinhas nas reservas Amanã e Mamirauá, no Amazonas. A mudança é fruto do trabalho do Programa Qualidade de Vida (PQV), do Instituto Mamirauá, que desenvolveu um sistema de abastecimento de água adaptável à complexa região das várzeas amazônicas, de extrema variação no nível da água dos rios entre os períodos de seca e cheia.

O desenvolvimento desse projeto, que desde 1995 - mesmo antes da criação do instituto - vem ajudando a melhorar o acesso dessas populações tradicionais à água encanada, é descrito no artigo “Surrounded by sun and water: development of a water supply system for riverine peoples in Amazonia”, publicado na revista Tecnologia e Sociedade. Os ribeirinhos da Amazônia até hoje sofrem com doenças relacionadas à ingestão de água imprópria para o consumo humano e com a falta de políticas públicas voltadas para a solução do problema.

“Hoje, temos um sistema de abastecimento de água que consideramos adequado para a várzea. Foi um processo de tentativas, erros, de buscar novas informações, parceiros, e só dessa forma chegamos a essa tecnologia. ”, conta a engenheira ambiental Maria Cecília Gomes, coordenadora do Programa Qualidade de Vida e uma das autoras do artigo. “Esse projeto é um dos primeiros do instituto no tema de tecnologias sociais. É uma das nossas tecnologias melhor desenvolvidas e que já tem condições de ser replicada. ”


A energia solar

A origem do projeto está diretamente relacionada ao início das atividades do Instituto Mamirauá, uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em prol do desenvolvimento sustentável de comunidades na Amazônia Central. A ausência de água encanada e tratada nas moradias da região era mais uma consequência de uma das maiores dificuldades encontradas pelos pesquisadores que, já nos anos 80, trabalhavam com pesquisa na região: a ausência de energia elétrica.

Devido a seu isolamento geográfico, por estarem localizadas em uma região repleta de rios e sem grandes estradas, as pequenas vilas das reservas Amanã e Mamirauá encontram grande dificuldade no acesso ao cabeamento elétrico. A maioria das comunidades recorre aos geradores a diesel para ter energia em casa. Só que o combustível representa uma baixa cada vez mais significativa na já limitada renda dos comunitários. No que diz respeito à água encanada, a energia elétrica seria fundamental para o bombeamento até o local onde ela seria armazenada.

Inicialmente, uma bomba manual foi pensada para levar a água de seu local de origem, a princípio em poços, ao reservatório da comunidade. Rapidamente notou-se, porém, que o esforço necessário para realizar tal trabalho inibia a utilização do equipamento pela população. “Isso contribuiu para que a instituição buscasse uma fonte de energia elétrica que realizasse esse trabalho e diminuísse o esforço físico das famílias. ”, revela Cecília.

Para chegar a uma tecnologia que desse conta do trabalho em um local com características tão adversas, o PQV foi atrás de parceiros que entendessem do assunto e pudessem qualificar a equipe do instituto a lidar com a situação. A Universidade de São Paulo (USP) foi fundamental nesse processo. Estabeleceu-se, então, que a forma de energia propícia a ser utilizada na região seria a fotovoltaica – ou solar -, por se adequar bem ao clima amazônico, onde o brilho do sol bate forte na superfície na maior parte dos dias do ano.


A água

No início do projeto, havia três possibilidades de trabalho com a água. Era possível extraí-la de poços artesianos, captar a água da chuva ou bombeá-la diretamente do rio. A primeira tentativa, com os poços, se revelou inapropriada, devido ao alto custo e a dificuldade de se trabalhar com as brocas necessárias para atingir a profundidade do lençol freático propícia para a extração de água limpa.

Já a água da chuva, captada através dos telhados das moradias, seria uma opção mais viável. A chuva trazia a vantagem de não apresentar a turbidez – o aspecto barrento – da água do rio, ainda que necessitasse de desinfecção, em função de seu contato com os telhados. “O uso é tradicional na região, mas a equipe decidiu promover e incentivar, por meio de projetos de pesquisa e da instalação cisternas, o seu aproveitamento em algumas casas. ”, explica a pesquisadora.

O uso da água da chuva, que até hoje acontece nas comunidades que receberam o projeto, não poderia, porém, ser a única forma de obtenção do recurso pelas comunidades. Apesar de abundante no início do ano, o menor volume de precipitação apresentado na temporada mais seca não dava conta de suprir todas as necessidades das famílias. “As pessoas precisariam de reservatórios muito grandes para atender à demanda. Então consideramos a água da chuva um complemento para alguns usos: beber, cozinhar. ”, aponta Cecília.

Mais barata e de menor complexidade para ser acessada, a água do rio passou então a ser considerada a alternativa mais adequada ao ambiente da várzea amazônica. Foi utilizado um sistema de bombeamento adequado à energia solar. A água passa também por uma filtragem, antes de chegar a um reservatório suspenso, de onde é direcionada às casas pela força da gravidade.

O sistema foi bem-sucedido nos 21 locais onde foi implementado, atingindo cerca de 1.700 moradores. Ainda estamos analisando resultados de um estudo sobre os impactos desta tecnologia, mas nota-se que, nas comunidades que receberam a instalação, há menor ocorrência de diarreia, frequentemente associadas ao consumo de água em quantidade insuficiente e com qualidade imprópria, e melhores condições de vida, incluindo conforto e higiene.

Próximos passos

Apesar do sucesso do programa, ainda há muito o que se fazer para garantir o acesso dessas comunidades à água limpa. O sistema representa uma melhoria considerável na qualidade de vida da população ribeirinha local, mas ainda não é capaz de tratar a água da maneira ideal. “Agora buscamos melhorar a qualidade, porque nesse sistema acontece uma filtração, mas é muito grosseira. A água barrenta fica bem melhor, mas não atinge o padrão de potabilidade que o Ministério da Saúde recomenda. ”, afirma a pesquisadora.

Por essa razão foi, e ainda é, fundamental ao projeto o trabalho de educação em saúde e o incentivo ao tratamento da água dentro das casas, seja através de filtros, com a fervura ou com a utilização de produtos químicos. “Nessas 21 comunidades também foi feito um trabalho de educação voltado para o uso adequado da água no domicílio e para os cuidados com o armazenamento: que seja um local limpo, que seja livre de insetos, fácil de higienizar. ”, explica.

Planeja-se também, a implementação de uma etapa de tratamento da água mais apropriada para todo o sistema, que se adeque bem às particularidades locais. Algumas adaptações que já são trabalhadas no programa permitem que a comunidade interaja de forma mais eficiente com o equipamento e se aproprie da tecnologia. “Utilizamos madeira nas estruturas, pelo fato de os moradores locais saberem lidar com o material e por ele estar disponível na região. As pessoas têm condição de fazer manutenção e reposição. Isso incentiva o que a gente chama de apropriação, de tornar a tecnologia mais adequada para as comunidades. ”, relata Cecília. A ação da instituição também busca aumentar a sustentabilidade econômica do abastecimento de água, incluindo-o em um sistema público e regional de saneamento.

A ideia é eventualmente aplicar essa lógica também à bomba de água escolhida para o projeto – um equipamento próprio para a utilização com energia solar, mas que ainda tem o custo muito elevado para a realidade local. “O uso da energia solar também é adequado porque ele não depende de as pessoas terem diesel ou outras formas de energia elétrica. Então, mesmo não havendo energia elétrica nas comunidades, com esse arranjo elas podem continuar tendo água. ”, complementa.

“Se as famílias não se envolvem, a tecnologia não funciona. Hoje podemos dizer que as comunidades identificaram os benefícios que existem a partir do uso desse sistema e recebemos muita demanda para construir novos. Medimos o sucesso da tecnologia também pela demanda de replicação de diversas comunidades. Sejam comunidades vizinhas ou de alguém que passou ou ouviu falar e deseja levar para a própria comunidade também. ”, conta a pesquisadora.


Além de Cecília Gomes, a pesquisa teve como autores Ana Claudeíse Silva do Nascimento, Dávila Suelen Souza Corrêa, Otacílio Soares Brito, Edila Arnaud Ferreira Moura.

Redação

MANUEL URBANO: Laudo confirma que água de gabinete de prefeito estava contaminada com soda cáustica

Ao menos parte do mistério envolvendo a suposta tentativa de envenenamento registrada há uma semana na Prefeitura de Manoel Urbano chegou ao fim. O laudo pericial da apontou que a água encontrada na geladeira do gabinete da prefeitura tinha hidróxido de sódio, ou seja, soda cáustica.

FOTO: G1 – ACRE
O delegado Rêmulo Diniz, responsável pela investigação, contou, nesta semana, que foi solicitado um exame amplo para identificar qual substância teria sido usada para contaminar a água, já que a polícia não tinha certeza de que produto seria. Na sexta-feira, o resultado do exame feito pelo Instituto de Análise Forense foi entregue a Polícia Civil.

Entenda o caso

Na quarta-feira, 6, o prefeito de Manoel Urbano, Tanízio Sá, acionou a polícia para que investigasse uma tentativa de envenenamento que ele acredita ter sofrido. Contudo, a vítima foi uma servidora da prefeitura que ingeriu a água que estava na geladeira do gabinete do prefeito.

O envenenamento se deu quando a funcionária, que não teve o nome divulgado, bebeu a água que estaria com algum produto que a fez passar mal. A servidora foi encaminhada ao hospital do município.

Na ocasião, câmeras de segurança da parte interna e externa da prefeitura foram consultadas para verificar possíveis suspeitos.

No dia seguinte, quinta-feira, 7, o prédio da administração municipal foi invadido durante a madrugada. De acordo com depoimento do prefeito a reportagem doac24horas, do local foram furtados um notebook, que ele utilizada para os serviços relativos à prefeitura, tais como a folha de pagamento dos servidores e ainda o HD das câmeras de segurança do local.

Tanízio Sá disse, na época, que o fato não o deixava abatido. “Uma coisa que não tenho na minha vida é medo. Vim para cá com um propósito e vou cumprir minha missão, doa em quem doer. Estou firme. Vou continuar o que tenho que fazer. Quem fez isso vai ser penalizado”, declarou o prefeito.

O prefeito cogitou que as ações poderiam ser uma tentativa de intimidá-lo, tendo em vista que, recentemente, ele demitiu servidores contratados por meio de concurso público alegando superfaturamento na folha de pagamento do município. A situação, de acordo com a gestão, estaria ferindo a lei de responsabilidade fiscal.

FONTE: AC24Horas

ACRE: Secretário Mauro Cruz busca melhoria do índice do IDEB em toda a rede escolar do Estado

O secretário de Educação, professor Mauro Sérgio Ferreira da Cruz tem larga experiência em sala de aula e em direção escolar e está pondo essa expertise à disposição do governo, promovendo o necessário e fundamental diálogo com a categoria, o que ele considera fundamental para implantar seus objetivos e as propostas do governo na área.

Secretário de Educação, professor Mauro Sérgio Ferreira da Cruz
A melhoria dos índices do Acre no IDEB, de forma horizontal, sem que apenas algmas escolas se destaquem e outras fiquem estagnadas, melhorar o aprendizado e diminuir a evasão escolar no ensino fundamental II, implantar o novo ensino médio, valorizar as escolas de tempo integral e as militares, priorizar as necessidades dos professores e a disciplina são princípios a serem implantados.

Esses planos e um panorama da educação no Acre estão nessa entrevista exclusiva do secretário Mauro Sérgio Cruz, exclusiva para A TRIBUNA.

A TRIBUNA – Qual a sua expectativa para a segunda fase do concurso para professores que acontece hoje? O que essas contratações representarão para a Educação do Estado?

SECRETARIO MAURO SÉRGIO CRUZ – A expectativa é a melhor possível porque nós dependemos também desse concurso público para iniciarmos o ano letivo. A rede conta ainda, com a necessidade desses profissionais que tem um contrato que nós denominamos contrato provisório. São aproximadamente 7.500 vagas. E por ser um número tão grande mostra o quanto a rede de ensino do Acre depende desses novos profissionais que serão aprovados nesse concurso público. Muitos se inscreveram e a nossa expectativa é que o IBADE, que é o instituto responsável para aplicação da prova, possa concluir de forma rápida os resultados para que se comece já a lotação desses professores. Esse concurso deveria ter sido feito um pouquinho antes, para que não atrasasse tanto o ano letivo. Infelizmente, esses novos profissionais não terão inicialmente uma formação com a nossa equipe. Essa formação será feita depois do início do ano letivo, para que todos possam trabalhar em concordância com as novas orientações da SEE.

A TRIBUNA – Como estão os preparativos para o início do ao letivo? Que balanço o senhor pode fazer do seminário da semana passada com os diretores e coordenadores?


MAURO CRUZ – Muito positiva. Eu acho que começamos com o pé direito. Tivemos na segunda-feira um encontro lá no auditório da Ufac com a presença maciça de todos os diretores, coordenadores de ensino, coordenadores pedagógicos. Estavam presentes lá mais de 700 pessoas. E os trabalhos foram concluídos em três polos. Lá no Instituto Lourenço Filho, no Armando Nogueira e na escola Diego Feijó. Eu passei nos três polos, conversei com todos os diretores, coordenadores de ensino. E todos foram unanimes em afirmar o quão positivo foi esse encontro de formação dentro das novas normativas que nós iremos implementar a partir deste ano, em conjunto com todas as escolas.

A TRIBUNA – O senhor e o governador foram muito elogiados pelos professores, por pronunciamentos e ações práticas, pela presença do governador no encontro com os diretores, pela segurança que o senhor está passando para a categoria. Como senhor avalia esse momento e essa perspectiva de diálogo?

MAURO SÉRGIO – Eu tenho sempre conversado com o governador Gladson Cameli. Nós temos uma grande responsabilidade para os próximos anos, de dar nossa contribuição para que o ensino no Estado do Acre possa melhorar cada vez mais. A presença do governador no evento foi marcante. Eu faço parte da rede. Fui diretor de ensino. E como lideranças que estavam presentes e que estão presentes dentro das escolas, os diretores de ensino sentem a falta também dessa presença maior do governador. E foi muito bom que ele tenha comparecido, não só para abrilhantar o evento, mas sobretudo para mostrar que o governo dele é um governo compromissado com a educação.

Esse é o compromisso que a gente quer levar. Sabemos da responsabilidade que nós temos à frente da secretaria e ele tem essa consciência também, da responsabilidade que ele tem a frente do governo. Nós queremos fazer bonito, no sentido de melhorar sobretudo os resultados, os índices educacionais que ainda são índices pífios aqui no nosso estado e nós queremos com a unidade, de mãos dadas com todos os diretores, coordenadores, professores, melhorar cada vez mais os resultados sobretudo a partir deste ano, que é o ano onde nós teremos o IDEB. Nós precisamos estar unidos numa só corrente buscando melhorar, fazer realmente que os nossos alunos possam dar um resultado positivo para que o nosso estado venha a ser visto como um estado que investe de uma forma qualitativa na educação dos seus jovens.

A TRIBUNA – O senhor deixou claro que a missão do governo será elevar os índices do Acre no IDEB. De forma prática, o que deve ser feito para isso? Haverá mudanças na base curricular e no conteúdo das disciplinas?

MAURO SÉRGIO – A primeira coisa que se está procurando realizar, para que se tenha um resultado melhor no IDEB é promover uma política educacional de conjunto, uma política ampla em rede para que todas as escolas possam se envolver, para que esse resultado aconteça. Para tanto, a nossa equipe está desenvolvendo algumas atividades didáticas, pedagógicas. Essas orientações estão sendo passadas para os diretores de escolas, para os coordenadores. Nós não podemos ter mais no Acre escolas isoladas com resultados positivos no IDEB e a maioria das escolas com resultados negativos no IDEB. Para que a gente consiga um IDEB melhor, nós precisamos implantar essa política de conjunto educacional envolvendo as escolas, sobretudo dos municípios isolados. E nos municípios onde se tem um acesso melhor, envolvendo todos dentro dessas novas orientações, unificando sequências, instituindo avaliações institucionais, acompanhando e aferindo os resultados dos alunos por bimestres, para que se possa, lá na frente, melhorar cada vez mais o aprendizado do nosso alunado.

A TRIBUNA – Como o senhor pretende enfrentar o problema crônico da violência nas escolas? Como restaurar o respeito ao ambiente escolar?

MAURO SÉRGIO – Estamos desenvolvendo parceria com o policiamento escolar, um projeto que é denominado Projeto Escola Segura. Esse projeto tem duas vertentes: uma voltada para a o trabalho dentro das escolas. Ações preventivas, informativas referentes ao combate da violência, da droga. Acompanhar melhor os alunos com equipes formadas por psicólogos, por psicopedagogos para que, através de conversas, debates e de outros tipos de ações, se possa estar minando qualquer tipo de violência escolar. Envolver a OAB, o Ministério Público, os Conselhos Escolares, os Conselhos Tutelares também que estão presentes aqui na cidade. Fazer uma corrente ampla também para que a gente possa internamente realizar um trabalho para que, dentro das escolas, reine a paz.

E ao mesmo tempo esse Projeto Escola Segura, sobretudo em parceira com o policiamento escolar, como a PM, visa melhorar e qualificar o monitoramento das escolas. Esse projeto é voltado também para a questão patrimonial. Hoje as nossas escolas, infelizmente, são constantemente invadidas, furtadas. Levam patrimônio escolar e sabemos das dificuldades que uma escola às vezes tem para pode adquirir um aparelho de ar-condicionado, uma TV, um Data Show. E muitas vezes esses bens patrimoniais acabam sendo levados. Então estamos fazendo um trabalho também junto com a PM para que se possa monitorar todo o cotidiano das escolas, para que também esse tipo de situação desagradável possa diminuir.

A TRIBUNA – Como a secretaria ´retende trabalhar com áreas específicas, como o ensino integral? Irá se espalhar para o interior? E as escolas militares?

MAURO SÉRGIO – A Secretaria de Educação está fazendo um estudo sobre as escolas de tempo integral. Nós temos dez escolas integrais aqui no estado. Temos sete na capital e três no interior. Algumas escolas conseguiram manter um número adequado de alunos. Infelizmente, aquelas escolas onde a questão da violência é maior, é latente, acabou tendo perdas grandes de alunos. Então é necessário que se possa valorizar o projeto das escolas em tempo integral, pensando nelas não apenas para o ensino médio. Nós acreditamos que um jovem que vai para o ensino médio, precisa na sua formação estar também dialogando com o mundo do trabalho e é por isso que a gente estará implementando em algumas escolas de ensino médio um novo projeto chamado Novo Ensino Médio, onde o aluno irá dialogar através da sua formação acadêmica com aquelas disciplinas que a base exige que ele estude e ao mesmo tempo com disciplinas voltadas para o mundo do trabalho para a formação profissional.


Enquanto isso vai se estar, também, através do trabalho que a nossa equipe realiza, trabalhando a possibilidade de levar a experiência das escolas de tempo integral para o Fundamental II, porque nós acreditamos que esse segmento da educação merece toda uma atenção, um carinho da rede escolar.

É no Fundamental II que se vem percebendo os maiores índices de alunos que acabam abandonando a escola, sobretudo quando ele ingressa na escola no 6º ano até o 9º ano. Nós temos uma rotatividade muito grande de alunos dentro do sistema. Então a gente precisa tratar com carinho o Fundamental II e é por isso que estamos desenvolvendo a ideia e o projeto para 2020, para a implantação de escolas de tempos integrais voltadas para o Fundamental II, enquanto que no ensino médio a gente vai trabalhar com essa integração entre formação acadêmica e formação profissional.

As escolas militares têm sido um sucesso aqui no nosso estado. Sucesso. A escola do Calafate tem uma lista de espera de mais de 1.000 pessoas. A escola dos Bombeiros, eu estive lá, lá no Rosa Linda, eram mais de 800 candidatos inscritos para entrar na escola. E aí nós estamos, inclusive, com projeto de ampliar os colégios militares. Esse ano já começaremos com um novo colégio militar em Cruzeiro do Sul. O governador foi e fez a inauguração desse colégio juntamente com o seu vice-governador. Foi um sucesso e já tem fila de gente, de alunos querendo estudar nesse colégio militar. Estamos levando a proposta de mais outro colégio militar na Cidade do Povo, no Segundo Distrito, que foi uma promessa de campanha do nosso governador e lá nós temos uma escola novinha. Nós já levamos lá o Corpo de Bombeiros, os oficiais do Corpo de Bombeiros. Já oferecemos a escola. Só que a gente precisa aguardar um pouco porque a nossa corporação ainda tem um número de oficiais, de militares muito limitado. Então é necessário um ato governamental para que a gente possa estar tirando da Reserva PMs, bombeiros para que esses PMs possam estar assumindo esse trabalho no campo educacional. Além disso tem a possibilidade de outro colégio militar aqui na Baixada. Será entregue para a PM. Depois no interior. Os prefeitos, a comunidade do interior, Sena Madureira, Brasileia, Tarauacá, Feijó, todos estes municípios pedem aqui para nós da secretaria colégios militares. Só que existe, infelizmente, esse limite para cada colégio militar. São 20 policiais, 20 policiais a menos que estão nas ruas.

Então a gente sabe da carência que o nosso estado tem e da dependência que nós temos com relação a esses militares que atuam no campo da segurança pública. Por que que eles fazem tanto sucesso? A magia da escola militar é aquilo que estar faltando nas escolas regulares.

Abono de até R$ 1 mil será pago a 213 mil trabalhadores no Acre

Caixa inicia nesta terça-feira (19) para correntistas e na quinta-feira (21) para os demais beneficiários o pagamento do Abono Salarial (PIS – Programa de Integração Social) calendário 2018/2019, ano-base 2017, para os trabalhadores nascidos em março e abril. Os valores variam de R$ 84 a R$ 998, de acordo com o novo salário mínimo, conforme o tempo de trabalho em 2017.

O crédito para quem tem conta na Caixa será realizado na próxima semana. Mais de 200 mil trabalhadores no Acre terão direito ao PIS (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
No Acre, 213.415 trabalhadores terão direito ao saque, num valor total de R$128.215.712,00. Quem possui conta individual no banco com saldo acima de R$ 1,00 e movimentação recebem o crédito automático antecipado. Os pagamentos são realizados conforme o mês de nascimento do trabalhador, e tiveram início em julho de 2018. Os recursos de todos beneficiários ficam disponíveis até 28 de junho de 2019. Para os nascidos em março e abril, estão disponíveis R$ 2.762.624.534,00 para 3.782.362 trabalhadores.

A Caixa disponibiliza R$ 16,3 bilhões para 22,3 milhões de beneficiários em todo o calendário. Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2017 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.

Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2017. Quem possui o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento da Caixa. Caso não tenha o Cartão do Cidadão e não tenha recebido automaticamente em conta, o valor pode ser retirado em qualquer agência, apresentando o documento de identificação.

O trabalhador com vínculo a empresa pública possui inscrição Pasep e recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.


COMO CONSULTAR?

O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo CAIXA Trabalhador, no site da CAIXA (www.caixa.gov.br/PIS) ou pelo Atendimento CAIXA ao Cidadão: 0800 726 0207.

Para ter direito ao abono, o trabalhador precisa estar cadastrado no PIS há pelo menos cinco anos; ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base, entre outros.

Agência Brasil

Na luta contra o câncer infantil, diagnóstico precoce ainda é fundamental

No Dia Internacional de Luta Contra o Câncer Infantil, saiba como funciona a unidade de alta complexidade da Saúde estadual

Profissionais do Hospital do Câncer: atualmente, mais de 50 crianças e adolescentes são atendidas (Foto: Júnior Aguiar)
O diagnóstico precoce é a arma mais poderosa para o tratamento adequado de crianças com doenças graves. Por isso, no Dia Internacional de Luta Contra o Câncer Infantil, celebrado nesta sexta-feira, 15, as atenções da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), do Hospital das Clínicas, foram todas voltadas para essa necessidade fundamental.

Atualmente, cerca de 50 meninos e meninas são atendidas pela unidade, que desde a sua fundação, em 2007, já antedeu 700 crianças e adolescentes. “A maioria curada, e que hoje são já são até pessoas adultas”, ressalta a médica pediatra Valéria Paiva, que trabalha no atendimento da Unacon.

“Por isso, há muito que comemorar”, diz a profissional, ressaltando que o objetivo principal é chamar a atenção para a necessidade em se fazer o diagnóstico precoce, aumentando as chances de cura.

“Quanto mais cedo os pais fizerem o diagnóstico, maiores as chances do tratamento adequado”, explica.
Criança em atendimento médico; tratamento precoce aumenta as de cura chegam em até 70% dos casos (Foto: Júnior Aguiar)
Entre os principais tipos de câncer que acometem as crianças estão a leucemia aguda e os tumores cerebrais. O tratamento é feito, segundo a médica, a partir de quimioterapia, da radioterapia e de cirurgias. “Para as leucemias, o tratamento pode durar em torno de dois anos e meio”, pontua.

Ela afirma que o Acre tem todas as condições adequadas de tratamento. “Precisamos conscientizar os pais para que façam o diagnóstico, pois temos as condições adequadas de tratamento”, diz a médica.

A gerente-geral da Unacon, Áurea Freitas, lembra que o tratamento do câncer infantil é, antes de tudo, “um ato de amor, de solidariedade e compreensão de fé com as crianças” que são atendidas na unidade.

fonte: Agência de Notícias do Acre

ACRE: Em assembleia geral sindicatos da saúde deflagram manifestação pública para a próxima terça-feira

Mais de 300 servidores participaram do encontro. Manifestação está marcada para a próxima semana


Os sindicatos dos trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac), SPATE e SINDICONAM, realizaram uma assembleia geral no auditório do Conselho Regional de Enfermagem, Coren/AC. Cerca de 300 servidores participaram da reunião. Uma agenda foi deliberada pela categoria para tratar das negociações com a equipe de governo de Gladson Cameli.

A luta para efetivação dos servidores do Pró-saúde continua. O embate ocorre desde a gestão passada, quando o SINTESAC tenta um acordo com o governo. Um estudo de viabilidade econômica foi feito pelos sindicatos e encaminhado ao executivo. A solução para evitar as demissões era transformar a fundação paraestatal de direito privado, criada em 2008, em autarquia. Além dessa regularização, há a necessidade de reintegrar os servidores que já foram demitidos do Pró-saúde.

O atual governador utilizou essa pauta de regularização como uma de suas bandeiras de campanha, mas o fato não se concretizou até o momento. Os sindicatos não foram convidados para uma conversa. Vale lembrar que, de acordo com o que foi apurado por esse estudo, os servidores do pró-saúde gerariam um impacto somente de 0,3% do orçamento geral do estado.

“Esse valor não vai quebrar o estado do Acre. O impacto na folha seria de 1,8%. Com a reforma administrativa realizada por Gladson Cameli, a economia anual é de 100 milhões de reais. Os servidores do pró-saúde precisariam apenas de 4 milhões de reais. Ou seja, daria para manter esse pessoal”, pontuou Adailton Cruz, presidente do Sintesac, em sua fala de abertura na assembleia.

O mês de março ficou marcado para iniciar as demissões. Por isso, os sindicatos querem uma resposta emergencial para evitar que mais de mil famílias fiquem desempregadas injustamente, mesmo após concurso público. “Não há mais o que esperar, precisamos de uma decisão”, afirmou Cruz.

Ficou decido que representantes da Procuradoria Geral do Estado, Casa Civil, Secretaria da Fazenda e Secretaria da Saúde recebam os sindicalistas na próxima segunda-feira (18) para uma reunião na Casa Civil, a partir de 14h. Todos os servidores pretendem acompanhar essa reunião.

“O governo já sinalizou que vai nos receber, porque eles sabem a nossa força. Mas para isso, é necessário que todos participem das reuniões e pautas do movimento a partir de agora”, orientou Rosa Nogueira, presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Acre (SPATE/AC).

Na assembleia também ficou decidido que será realizada a primeira manifestação pública desse ano, no centro da cidade, a partir de 8h de terça-feira (19). Todos os servidores foram convocados para um ato público, a fim de chamar a atenção das autoridades e resolver, efetivamente e definitivamente, a situação do Pró-saúde.

(asessoria)

Salário pago ao professor no Brasil é um dos piores do mundo


O Brasil é o que paga pior seus professores do ensino fundamental ao médio entre 40 países ou sub-regiões, membros ou parceiros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo o estudo "Education at a glance", divulgado nesta terça-feira, quando considerado o salário inicial anual de cada etapa, os professores brasileiros ficam em último em quase todas, exceto na educação infantil.

A pesquisa, publicada anualmente pela OCDE, analisou o cenário educacional em 46 países ou regiões, mas, no caso dos salários de professor, apenas 40 disponibilizaram dados. O relatório leva em consideração os valores pagos por instituições públicas. De acordo com o relatório, o Brasil paga salário mínimo de US$ 13.971 por ano para seus professores. O país tem um piso salarial para toda a educação básica e, diferentemente de outras nações, não há variação de uma etapa para outra.


Nos primeiros anos do ensino fundamental, o salário mínimo anual brasileiro fica bem abaixo do montante de US$ 70.192 pago em Luxemburgo, país com melhores rendimentos. Os professores brasileiros também ganham menos que docentes de países vizinhos como o Chile, onde eles recebem inicialmente US$ 23.429 por ano. O país também fica atrás da média dos países da OCDE (incluindo a Lituânia, que entrou recentemente no grupo), que registra salário anual inicial de US$ 31.919.

No segundo segmento do fundamental, o Brasil continua com o salário inicial anual de US$13.971 na última posição, enquanto a média da OCDE sobe para US$ 33.126. No ensino médio, os países da OCDE pagam em média US$ 34.534 por ano, e o Brasil segue com o mesmo salário inicial anual.


Em outro cenário, a pesquisa também compilou os valores salariais após 15 anos de serviço, mas não há dados do Brasil para essa especificação. Em relação ao cenário do país, a OCDE destaca que não levou em conta bônus ou subsídios dados aos professores e ressalta que os valores podem variar dependendo das qualificações, do tipo de instituição e das regiões do país. Em alguns casos, como o de Luxemburgo, o valor inicial inclui contribuições de seguridade social e pensão pagas pelos empregadores. Ainda assim, o estudo destaca que os valores mínimos iniciais mostram a situação dos professores do país.

"Os salários mínimos estatutários podem lançar luz sobre a atratividade da profissão, e no Brasil também são consideravelmente menores que em outros países latino-americanos, como o Chile (cerca de US$ 24 mil), Costa Rica (US$ 24.900) e México ( variando de cerca de US$ 20 mil na educação infantil e anos iniciais do fundamental para US$ 49.300 no ensino médio)", informa o relatório.


O documento chama a atenção para o fato de que "a remuneração e as condições de trabalho são importantes para atrair, desenvolver e reter professores qualificados". Quando considerada a média salarial e não o salário mínimo, considerando bônus e subsídios, os valores aumentam um pouco, mas ainda assim o Brasil fica entre os piores:

"O salário médio (anual) para professores de 25 a 64 anos no Brasil passa de US$ 22 mil na educação infantil para US$ 24.100 no ensino médio. Em comparação, a média da OCDE varia de US$ 36.900 a US$ 45.900. Esses valores também mostram que os salários no Brasil tendem a variar menos nos níveis de educação do que nos países da OCDE, onde os professores do ensino médio ganham em média cerca de 25% a mais que professores da educação infantil."

Matrículas do Ensino Médio

Os problemas do ensino médio brasileiro não se restringem aos salários dos professores. O estudo mostra que, considerando a população adulta do país, entre 25 e 64 anos, mais da metade dos brasileiros não completaram o ensino médio. O índice é mais que o dobro da média registrada pelos países da OCDE.

A baixa nas matrículas do ensino médio ajuda a puxar para baixo o percentual da população matriculada em algum nível de escolarização. No Brasil, apenas 69% dos jovens de 15 a 19 anos estão matriculados na escola, enquanto a média da OCDE é de 85%. Dos 20 aos 24 anos, 29% possuem matrícula no país, já a méida é de 42%.

A pesquisa destaca, no entanto, que houve um progresso significativo em relação a 2007. O índice de jovens adultos, de 25 a 34 anos, que atingiram o ensino médio passou de 47% naquele ano para 64% em 2015. Nesse cenário, o Brasil registrou um dos maiores aumentos entre todos os países analisados, ainda que o crescimento não seja suficiente para atingir a média da OCDE de 85% da população dessa faixa etária a atingir a etapa.

Fonte: O Globo

sábado, 16 de fevereiro de 2019

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TARAUACÁ: MESMO COM TODA CHUVA, SECRETARIA MUNICIPAL DE DE OBRAS NÃO PÁRA DE TRABALHAR


Mesmo com toda a chuva que caiu na última sexta feira, o Secretário Lulu Neri reuniu homens e máquinas da Secretaria Municipal de Obras e atendeu uma reivindicação da população e realizando uma intervenção num trecho crítico da Avenida Avelino Leal, Bairro de Copacabana. 


fotos: Assecom/Tarauacá

Horário de verão acaba no próximo domingo dia 17

Odiado por uns, amado por outros, o horário de verão 2019 chega ao fim neste domingo, 17. Isso significa dizer que à meia-noite de sábado, 16, para domingo, o relógio deve retornar para 23 horas. A medida começou a valer em 4 de novembro de 2018.

Foto: Rawpixel/Pixabay
Moradores de Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal – locais onde o horário de verão opera – ganharão uma hora a mais no sábado.

Com o fim do horário de verão 2019, o Nordeste do País volta a ficar com o mesmo horário de Brasília. Já o leste do Amazonas e os Estados de Roraima e Rondônia ficam com uma hora a menos; enquanto o Acre e o oeste do Amazonas, duas horas atrás.

A depender das configurações, a alteração nos relógios pode ser automaticamente feita pelas operadores de telefonia. Mas é preciso ficar atento e checar se de fato os aparelhos celulares tiveram o horário atualizado.

O término do horário de verão ocorre pouco mais de três meses após a implementação da medida.

A data chegou a ser adiada após um pedido do Ministério da Educação (MEC) para que a mudança de horário não prejudicasse as provas, mas na última segunda-feira, 15, o Palácio do Planalto informou que a data oficial para o início do horário de verão será o dia 4 de novembro.

O Nordeste volta a ficar com o mesmo horário de Brasília. Já o leste do Amazonas e os Estados de Roraima e Rondônia ficam com uma hora a menos; enquanto o Acre e o oeste do Amazonas, duas horas atrás.

Inicialmente, um decreto previa que o horário de verão começasse a partir da meia-noite do terceiro domingo de outubro de 2018, dia 21. No entanto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) solicitou que a mudança não coincidisse com o segundo turno das eleições deste ano, marcado para 28 de outubro.

Um decreto do dia 15 de dezembro do ano passado definiu o início do horário de verão para o primeiro domingo de novembro, 4, a mesma data do pimeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Criado com a finalidade de economizar energia e aproveitar o maior período de luz solar durante os meses mais quentes do ano, quando os dias também são mais longos, a medida foi adotada no Brasil pela primeira vez em 1931 e adotada em caráter permanente a partir de 2008.
O horário de verão 2019 foi o último ou continuará nos próximos anos?

Em 2017, o presidente Michel Temer chegou a estudar acabar com o horário de verão. O motivo é a mudança no padrão de consumo de energia da população, cujo pico de consumo passou a ser entre 14 horas e 15 horas. A constatação foi do Operador Nacional do Sistema (ONS). Antes, era das 17 horas às 20 horas, o que justificaria a manutenção da medida.

Mesmo assim, o ministro de Minas e Energia à época, Fernando Coelho Filho, encerrou a polêmica e preservou a prática. Filho anunciou ainda que seria feita uma consulta à população para avaliar a continuidade do horário de verão.

Este ano, caberá ao governo do presidente Jair Bolsonaro decidir se o horário de verão continuará ou não. 

Informações Estadão.

FEIJÓ: Bandidos invadem residência e executam mulher com tiro de escopeta


Mais um crime com característica de execução contra mulher foi registrado na noite de quinta-feira (14). A jovem Dulcione de Sousa Silva, de 21 anos, foi encontrada morta, com marcas de tiros de escopeta. O crime aconteceu na rua 21 de Dezembro no bairro Nair Araújo, no município de Feijó, interior do Acre.

A vítima foi encontrada por populares que acionaram a Polícia Militar. Vizinhos disseram ter ouvido um disparo de arma de fogo e ao saírem de suas casas para averiguar o que tinha acontecido se depararam com a mulher morta dentro de uma casa.

De acordo com informações repassadas a Polícia, três homens encapuzados, dois invadiram a residência e um deles de posse de uma escopeta efetuou um disparo contra a mulher. O terceiro homem envolvido no crime ficou na espera do lado de fora da casa.

Pela cena do crime, a polícia acredita que os executores da jovem a colocaram de joelho ou sentada na hora que foi baleada.

Segundo informações de vizinhos, a jovem estava morando com uma senhora, que não era a mãe dela, depois de uma separação e, no momento do crime, estava sozinha na residência.

Policiais Militares isolaram a área para os trabalhos da equipe do Instituto de Criminalística da Polícia Civil que removeram o Corpo. Ninguém foi preso até esta sexta-feira (15).

O caso está sendo investigado pela Delegacia do município. (AC24Horas)

Feijó abre processo seletivo para contratação de Médicos

A prefeitura do município de Feijó divulgou através do Diário Oficial do Estado (DOE), nesta sexta-feira, 15, edital de processo seletivo simplificado para a contratação de médico de Estratégia de Saúde da Família, por prazo determinado.

Com carga horária de 40 horas semanais e remuneração de R$ 10.100 reais (Valor bruto não incluso insalubridade), o cargo irá atender as funções de médico junto às Unidades Básicas de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde. A realização de Processo Seletivo Simplificado, que será regido pelas normas estabelecidas no edital divulgado no DOE.

Processo Seletivo Simplificado destina-se ao preenchimento de uma vaga para o cargo de Médico de Estratégia de Saúde da família, em regime de designação temporária e mais dois cadastros de reserva.

A Secretaria Municipal de Saúde dará ampla divulgação às etapas através de publicações no site oficial do Município: www.feijo.ac.gov.br/ e nos murais da Secretaria Municipal de Saúde, Prefeitura Municipal de Feijó, Diário Oficial do Acre e jornais de circulação regional.

Especificações

Além da contraprestação normal pelo trabalho, o contratado fará jus às seguintes vantagens funcionais:

Adicional de insalubridade mensal, correspondente a 20% (vinte por cento) do salário mínimo;

Gratificação natalina, proporcional ao tempo de duração do contrato;

Férias proporcionais, acrescidas de 1/3, ao término do contrato;

Inscrição no Regime Geral de Previdência Social – RGPS (INSS). (Site AC24Horas)

Jéssica consegue a liberação de mais de 1 milhão de reais para a aquisição de ônibus escolares


Já está na conta das prefeituras de Epitaciolândia, Brasiléia e Rodrigues Alves mais de 1 milhão de reais (R$ 1.107,300) para a aquisição de ônibus escolares que serão distribuídos entre esses municípios.

A conquista é resultado da indicação feita pela Deputada federal Jéssica Sales, no final do ano passado, através do Programa Caminho da escola, do FNDE- Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

Para a parlamentar, a promoção do transporte escolar com mais qualidade e segurança é uma forma de encurtar a distância percorrida por centenas de estudantes, principalmente de áreas rurais do Estado, que percorrem quilômetros a pé em busca de conhecimentos nas escolas.

“Sei das dificuldades enfrentadas por esses estudantes até chegar na escola, por isso a educação também é uma prioridade no meu mandato. Com a garantia desses ônibus estamos colaborando com o ensino para esse público e minimizando a evasão nas escolas”, ressaltou.


No total são cinco ônibus distribuídos da seguinte forma: três para o município de Epitaciolândia, um para o município de Brasiléia e outro para o município de Rodrigues Alves, no Vale do Juruá.

(assessoria)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

ACRE: Secretaria de Saúde anuncia processo seletivo simplificado

Secretário explica que processo seletivo não terá impacto financeiro para o Estado. Foto: Junior Aguiar/Secom
O secretário de Estado de Saúde (Sesacre), Alysson Bestene, anunciou nesta sexta-feira, 15, a realização de um processo seletivo simplificado para a contratação de profissionais em todos os municípios do interior do estado e também na capital.

Ao falar sobre o estado de emergência na Saúde, decreto do governador Gladson Cameli, o secretário lembrou que já durante o processo de transição governamental realizado no ano passado foi constatado o déficit de pessoal nas mais diversas unidades.

De acordo com Alysson Bestene, alguns contratos tinham sido realizados de maneira muito precária, o que resultou na atual situação. “Alguns contratos foram aditivados apenas da boca para fora e, mediante isso, tivemos que fazer novos contratos desses profissionais”, afirmou.

Como esses contratos foram assinados por um período de três meses, que é o prazo do decreto da situação de emergência, o processo simplificado deverá disponibilizar em torno de 340 vagas para médicos, técnicos de enfermagem, auxiliares e até algumas vagas para os setores administrativos.

Alysson lembrou que a contratação dos profissionais não irá gerar nenhum impacto financeiro para o Estado. “Nos deparamos com a falta de profissionais, sobretudo nas unidades do interior e precisamos suprir essas necessidades em cima dessas vagas disponíveis”, explicou.

O processo simplificado constará de provas objetivas e também análise de currículos. Segundo o secretário, a expectativa é que o edital de seleção esteja disponível ainda no mês de março. “Precisamos suprir a necessidades de municípios mais distantes, como Porto Walter, Santa Rosa e a própria região do Juruá, onde há dificuldade de fixação desses profissionais”, disse.

AGÊNCIA/ACRE

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ANIVERSÁRIO DO GABRIEL


Entãooo é hoje né bunito....O que falar de você em filho...

Quando soube que estava grávida de você foi algo inexplicável eram tantos sentimentos envolvidos: Amor, medo, felicidade e acima de tudo o desejo de vencer e torná-lo em um grande homem.

No começo não foi fácil, mas contei com ajuda de uma grande mulher, mulher essa que dedicou sua vida para cuidar de você estou falando de sua avó Maria e também não poderia deixar de agradecer ao seu tio Ananias por ter sido um pai para você...

Desde pequeno você sempre foi amado recordo das inúmeras vezes que eu chegava na sala e você não estava no início me dava um aperto no peito, mas depois me acostumei com a ideia dos vizinhos o carregarem pelo muro (Seu Raimundo, Fransquinha, Alfredo,Raice e Raianda) outras vezes era a tia Lívia ou a madrinha Roseli que o levava para casa da vovó Neuza eu lembro que quando eu chegava lá elas o escondia e mesmo eu sabendo que você estava lá ainda ficava com muito medo de perde-lo...

O tempo passou e , tive que abrir mão de sua infância para trabalhar como professora na zona rural para garantir o sustento de nossa família, casei e tive outros dois filhos. Mas, saiba que não foi fácil ficar longe de você por todo esse tempo , o que me conformava era saber que você estava sendo bem cuidado e não tinha coragem de tirá-lo dos braços de sua avó...

Enfim, agora foi falar um pouco de você como aluno: Aos 3 aninhos ao ingressar na escola José Augusto de Araújo na pré- escola já conhecia o alfabeto e os números de 1 a 10, no ensino fundamental de 1º ao 5º ano foi avançado do 1 º ano para o 3º ano onde concluiu seu 5º ano com muito aprendizado e conquistou vários prêmios como aluno nota 10.Já do 6º ao 9º ficou entre os primeiros na avaliação externa da OBMEP. Estudou também na escola Instituto são José onde também foi um ótimo aluno. Ao ingressar no IFAC ficou em primeiro lugar no curso técnico em florestas onde, tornou-se líder da sala de aula e recebeu também certificados por se um aluno muito dedicado ...

Nesse ano, conquistou o 4º lugar na Olimpíada Acreana de Química e através da prova do ENEM conquistou o 1º lugar no curso de Direito pela UFAC...Então ficou bem claro que tenho motivos suficientes para me orgulhar de você....

Te amo muitoooo....felicidadeesss meu amor.

Mamãe Ana Cláudia

JORDÃO: ESPERIDIÃO JUNIOR ASSUME NÚCLEO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

O ex-prefeito de Jordão e Tarauacá, Esperidião Menezes Júnior, é o novo coordenador estadual de educação no município que ele já foi gestor. 

O cargo era almejado pelo PSDB e MDB, mas a indicação do presidente do MDB e deputado federal Flaviano Melo se sobressaiu em função de que o ex-prefeito é funcionário de carreira da Educação, requisito fundamental para assumir o cargo. 

Por Leandro Matthaus
Portal Tarauacá

Gladson Cameli autoriza contratação imediata de 15 médicos veterinários e 20 técnicos agropecuários


O governador do Estado do Acre, Gladson Cameli, determinou que o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) cumpra os requisitos necessários para que o estado cumpra as normas estabelecidas pelo Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa. A reunião realizada na Casa Civil nesta quarta-feira, 13, contou a participação do deputado estadual Neném Almeida, do secretário de Estado de Produção e Agronegócio, Paulo Wadt, do chefe da Casa Civil, José Ribamar Trindade e de empresários ligados a produção rural.

“Estamos levantando a bandeira do agronegócio como prioridade em nossa gestão e não podemos nos descuidar a partir de agora e vamos dar as condições necessárias para garantir que o estado continue livre da febre aftosa”, ressaltou.

Com o novo cenário, será preciso intensificar a fiscalização no campo e nas barreiras sanitárias. Durante reunião com o governador Cameli, o presidente do Idaf, Rogério Melo, explicou que o quadro de profissionais do instituto é deficitário e solicitou a realização de novas contratações.

“A ideia é que essas contratações supram nossas demandas durante o ano de 2019 até que possamos conseguir realizar um concurso público. O governador Gladson Cameli sinalizou essa possibilidade e estamos muito otimistas”, frisou.

O pedido foi prontamente atendido por Gladson Cameli. De imediato, serão chamados 15 médicos veterinários e 20 técnicos agropecuários para atuarem de maneira emergencial no Idaf.

Em março, Acre e Rondônia iniciam a última campanha de vacinação contra a doença. O cronograma determina ainda que a vacina não deve ser mais aplicada a partir do mês de julho deste ano.

O fim da imunização é uma pressão do mercado internacional, sobretudo de países compradores da carne bovina brasileira. No país, apenas o estado de Santa Catarina não vacina o gado contra a aftosa.

Atualmente, o rebanho acreano é estimado em 3,3 milhões de cabeça de gado espalhadas em mais de 24 mil propriedades rurais.

AGÊNCIA-ACRE