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terça-feira, 31 de outubro de 2017

TARAUACÁ: POLICIA RECUPERA PRODUTOS ROUBADOS DE ESTABELECIMENTO DE VÍDEO GAME


Na madrugada desta terça feira, por volta de 3:45 h, um estabelecimento de Jogos e Vídeo Games, localizado no bloco de lojas no térreo do Hotel Pro Link, localizado no centro de Tarauacá, foi arrombado e os bandidos roubaram vários televisores, videos games e controles de jogos. Os meliantes quebraram o vidro a porta de vidro com uma pedra e entraram no local.

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TARAUACÁ: DEPUTADO JESUS SÉRGIO NEGA DENÚNCIA DE SINDICALISTA E VEREADOR


Uma denuncia feita pelo Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Tarauacá, Fernando Feitosa do PCdoB, juntamente com o Vereador do PT Raquel Souza de que máquinas do Deracre e da Prefeitura de Tarauacá estariam trabalhando num terreno de propriedade do Deputado Jesus Sérgio do PDT, foi publicada hoje pelo site Folha do Acre e chegou também nas mãos do presidente da Câmara Carlos Tadeu do PCdoB. Fotos supostamente das máquinas em ação, foram enviadas aos vereadores.

Ainda de acordo com os denunciantes, a área em que o maquinário está sendo utilizado será implantado um loteamento, além de um condomínio de apartamentos. Por telefone, Fernando Feitosa informou à Folha do Acre que as fotos, assim como a denúncia, serão repassadas aos órgãos competentes, assim como um requerimento foi protocolado junto à Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Tarauacá para que o caso seja apurado.

“Estivemos protocolando essa denúncia nos órgãos fiscalizadores e também apresentamos um requerimento na Câmara de Vereadores para pedir providências sobre esse o caso”, disse.

Fernandes revelou também que todo o trabalho realizado no terreno que pertenceria ao deputado Jesus Sérgio foi acompanhando pelo gestor do Deracre no município Hugo Oliveira e pelo prefeito em exercício, Chico Batista (PP), que é tio do parlamentar estadual.

Em nota enviada à redação do Portal Tarauacá, Jesus Sérgio faz esclarecimentos sobre o assunto.

NOTA DE ESCLARECIMENTO 

Em resposta a denuncia de um suposto uso indevido de maquinários da prefeitura de Tarauacá e do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre (Deracre) em terreno de minha propriedade tenho a esclarecer os seguintes fatos: 

1. A informação não procede. A meu ver trata-se de uma denuncia inverídica, pois as máquinas da Prefeitura e do Deracre estavam realizando trabalho de acesso da Rua Copacabana ao Instituto Federal do Acre (IFAC). 

2. O maquinário utilizado nos serviços do terreno de minha propriedade foram todos alugados de prestadores de serviço particulares. Para provar tal afirmação tenho recibos dos serviços com datas e valores cobrados. 

3. Esclarecido os fatos, reitero meu compromisso e respeito aos entes públicos e a sociedade tarauacaense. Por fim, coloco-me à disposição para esclarecimentos, bem como para comprovação de inocência mediante provas e testemunhas que se fizerem necessária. 

Rio Branco- Acre, 31 de Outubro de 2017. 


Jesus Sérgio de Menezes

TARAUACÁ: MEU TEMPO DE CRIANÇA NOS SERINGAIS DO RIO MURU (Parte 1)


Começa aqui, a partir deste texto, uma série de memórias que marcaram este personagem que vos escreve. Acompanhe as travessuras desse amigo de todos vocês através deste espaço de crônicas indigenistas...

O que penso da palavra saudade? Bem, meu tempo de criança às vezes me dá saudades... Ás vezes não. Na minha concepção, saudade é palavra triste do ponto de vista da perda ou distância de alguma coisa infalível, ou uma maneira de lembrar com alegria, pessoas ou momentos vividos. Se assemelha a faca que corta nos dois gumes.

Abro essa conversa aqui falando de mim mesmo, e dos meus tempos vividos de infância nos seringais do Aquiry. Graças a Deus, não perdi um grande amor, nesta estrada longa da vida, e mesmo assim, vou chorando a minha dor, igual uma borboleta, vagando por sobre a flor.

Nasci na colocação Bagaceira do Seringal Transval da bacia do Rio Muru, no Município de Tarauacá – Estado do Acre. Antes mesmo de fazer o primeiro aniversário, fui me banhar de cinzas do fogão de lenha que minha mãe jogava debaixo do jirau de lavar pratos. A gente nem sabia que se chamava de 'louças'. Minha mãe é quem servia os pratos de todos e a mesa da nossa casa era o chão da casa, o assoalho como falamos no seringal.

Muita cinza debaixo do jirau. Eis um atrativo forte para experimentar um banho nas cinzas. Estava todo lambuzado de cinzas, quando minha mãe viu e gritou comigo. Claro que me assustei e sai correndo, tentei pular uma cerca, mas, segundos depois - segundo me contaram minhas irmãs mais velhas - cai por cima do braço direito, o que me fez quebrar o braço.

Minha mãe ficou extremamente aflita e correu para floresta, indo buscar 'leite' de Janaguba. Essa árvore produz um látex na casca, que funciona como gesso. Assim, rapidamente ela envolveu meu braço com algodão da nossa lavoura empapado com aquele leite da árvore e emendou o meu braço.

Naquela época, crianças não brincavam na presença dos adultos. Não tomavam parte nas conversas e nem ficavam andando 'pelo meio' deles, enquanto os adultos conversavam. Crianças não podiam ter opinião e muito menos destacar propostas.

Um belo dia, segundo o que as minhas irmãs me contaram, eu quebrei toda ordem da casa, lançando um protesto sutil e pertinente. Eu ainda contava somente um ano de idade. Minha mãe colocou a panela de comida perto dela e foi aos poucos servindo os pratos de todos, no chão da casa. No entanto, ela esqueceu de colocar carne no meu prato, que problema! Eu olhei a mesa toda reunida então falei as seguintes palavras, que nem sei de onde tirei: "Você vai pirão sem carne, sem carne mesmo mais você vai". - Nossa! Isto virou motivo de muita alegria por parte da minha mãe, que sensibilizada e até emocionada, serviu meu prato pedindo mil desculpas. Esse acontecimento serviu de graça e ficou na boca de nossa família por muitos anos.

Mas temos as lembranças ruins e tristes...

Numa certa noite de festa, que se realizava em outra colocação do mesmo seringal Transval, um sujeito chamado Pedro Elias assassinou o meu irmão Francisco Manuel. Foi por ciúmes, porque meu irmão era bem aceito pelas moças com quem ele sempre dançava por ocasião das festas naquele seringal.

Sua morte foi a gota d’água para que meu pai e minha mãe se mudassem com toda família daquele lugar. E assim nos mudamos para a cidade de Tarauacá, onde fomos morar numa casa improvisada na rua da Anhinga. Não sei se atualmente ainda é este o nome daquela rua, talvez ainda seja o mesmo.

Dessa época me recordo de poucas coisas. Lembro do botequim do seu Antonio Sabino, onde meu pai comprava mantimentos, e de poucos outros incidentes fortes que, enquanto criança, me envolveram. Relembro alguns...

Eu criava um macaco prego. Ele se chamava Miguel. Ele mexia muito em tudo: comia o açúcar e derramava outras coisas, e o povo da família me enchia o saco por causa dele. Infelizmente aconteceu uma fatalidade, que nem sei se devo contar. Enfim... De tanto reclamarem do macaco, numa daquelas vezes que mexeu no açúcar da lata, e por causa das reclamações contra ele, fiquei totalmente perdido e bati na cabeça do Miguel, que não obedecia e não largava de mexer nas coisas. Ele escapou mais depois morreu. Nossa! Guardo até hoje o meu sofrimento por ter sido levado a espancar o coitado do macaco, como eu via os adultos fazerem com os animais, que merda.

Uma outra lembrança envolveu o senhor Antonio Sabino, que tinha uma filha moça que se chamava Maria Sabino. Eu era uma criança mesmo, mas, quando aquela moça falava ali perto de mim e até me acariciava, eu sentia fortes emoções. Aquilo era mesmo muito forte em mim. Eu ainda não conhecia a palavra paixão, mas, hoje entendo que me apaixonei antes mesmo dos meus primeiros três anos de idade. E a moça comigo o tempo inteiro e dizia coisas que ficavam cantarolando na minha cabeça, mas, para ela tudo era uma brincadeira mesmo.

Eu ainda não havia completado meus primeiros três aninhos e já queria ser grande, digo, ser adulto. Ainda com essa idade, certo dia, brincando, encontrei um canivete inoxidável daqueles que abre e recolhe a lâmina de forma manual. Lembro que minha sede de vingança foi aguçada em questão de instantes e ai veio-me a mente o famigerado Pedro Elias, o homem que tinha assassinado o meu irmão. Ele estava preso na cadeia da cidade de Tarauacá e minha cabeça repetia, a todo momento, as palavras de minha mãe e minhas irmãs sobre a morte de meu irmão, que na verdade, nem cheguei a conhecer.

Assim, sem que minha família percebesse, peguei o canivete e me dirigi à Delegacia, que era a cadeia como se chamava ali. Sabia que lá estava o homem que matou o meu irmão, e eu com aquele canivete no bolso tinha uma boa oportunidade de vingar a morte do meu irmão. Com tal intenção parti para a cadeia, e ao chegar lá, logo à porta, fui surpreendido pelo Cabo Joaquim, um Policial da Guarda Territorial e amigo da minha família. O cabo, ao me ver ali, e daquele tamanho, veio ao meu encontro. Me abraçou, colocou-me em seus braços, tirou o canivete do meu bolso e foi me deixar em casa, me levando em seus braços. Ao chegar à nossa casa ele entregou o canivete ao meu pai, e procurou recomendar aos meus familiares que não me deixassem sair de casa. Vi minha tentativa de vingança frustrada, e notei que meu pai também ficou preocupado com aquilo que fiz na minha infância matutina.

Naquela época meu pai, Raimundo Batista de Macêdo, mantinha a família ali na cidade e trabalhava no seringal. Ele comprou do Cícero Kaxinawá a colocação Foz do Igarapé do Caucho. E aí, aos três anos de idade, fui levado pela família a morar junto com o povo Kaxinawá. Essa colocação, hoje em dia, é a Terra Indígena Kaxinawá do Igarapé do Caucho.

Para mim, viver ali, ainda em idade tão tenra, não foi fácil. Bem no inicio de nosso relacionamento com os 'caboclos' - como os não índios os tratavam - dava para sentir que tudo ali era muito diferente da vida que eu levava na minha casa: as comidas, as bebidas, a maneira de preparar os alimentos, a forma de plantio das lavouras, a maneira como os indígenas tratavam seus mortos, como se dava suas festas. - Naquela época não me lembro de ter visto um Mariri.

Naquele tempo, os Huni Kuin (Kaxinawá) do Caucho já faziam festas dançantes tocadas com instrumentos, como: acordeão, cavaquinho, violão, pandeiro e maracá. Eles trabalhavam na diária para os brancos da redondeza e contratavam dois irmãos cearenses e tocadores de acordeão, Isídio e Simão, que moravam na cidade de Tarauacá, para tocar em suas festas na aldeia.

Mesmo ainda uma criança dancei naquelas festas, que, por sinal, muito animadas. Isso quando não aconteciam brigas entre índios e não índios, o que, graças a Deus, nunca aconteceu com nossa família, afinal, meus pais eram amigos dos índios.


Lembro que numa dessas festas, realizada na aldeia Kaxinawá do Seringal Tamandaré, houve uma briga, e um senhor de nome José Berto Lino matou a facadas o 'caboclo' Serrano Kaxinawa. Da nossa família não tinha ninguém naquela festa e ainda bem que não estávamos, pois nos falaram que a briga foi feia.

Os Huni Kuin sempre se mostraram muito animados, gostavam muito de festa, naquela época, tempo dos seringais. Embora guardassem com eles muito de seus saberes tradicionais, viviam como os seringueiros regionais, e não me lembro que eles tenham nos mostrado a época festas de sua própria cultura, o que atualmente se observa, está bem recuperada e praticada conforme a tradição deste povo.


Antônio Batista de Macêdo, o Txai Macêdo, é sertanista da FUNAI e uma figura importantíssima para o indigenismo e para os povos indígenas no Acre. Juntamente figuras como com Txai Terri, Dedê Maia foi (e continua sendo) uma memória viva do que foram os anos de luta, desafios, vitórias, alegrias e tristezas em prol das questões indígenas nesse rincão da Amazônia. Vivas a esse grande txai, cuja história merece ser contada e recontada por quem admira e conhece o seu trabalho. (Jairo Lima)

Txai Antônio Macedo
Crônicas Indigenistas

Blog Alma Acreana

Indígenas da etnia Huni Kuin denunciam desocupação de terras no Acre

Foto: Nadine Sansana
O povo indígena deve deixar o Parque Ecológico dos Seringueiros até dia 3 de novembro e 33 pessoas ainda não tem para onde ir

Representantes da etnia indígena Huni Kuin denunciam a determinação da prefeitura de Plácido de Castro, há 103 km da capital Rio Branco, no Acre, que exige que o povo indígena do Parque Municipal Ecológico dos Seringueiros desocupe o local em que estão desde 2015, onde coordenam o Centro de Cultura Huni Kui e Pesquisas Medicinais Huwa Karu Yuxibu.

O relato foi durante a conversa com estudantes de jornalismo da UEPG, nesta segunda-feira (30), com a presença do cacique Mapu Huni Kuî e seu irmão Ixa Huni Kuî, acompanhados de Ananta Oliveira e Cleide Regina Schimidt, que mediam as visitas dos indígenas em Ponta Grossa.

A tribo deve deixar o Parque até o dia 3 de novembro e somente com o reconhecimento da área ocupada o grupo poderia manter o trabalho na localidade. “As pessoas estão decidindo por nós”, afirma Mapu Huni Kuî sobre a determinação da prefeitura. O cacique garante que a saída das terras é para evitar maiores conflitos. “Só precisamos viver em harmonia, porque espaço para todo mundo tem”. Ao todo são 34 hectares de terra em disputa que pertencem à União. No final de agosto, 70% da área foi apropriada pelo dono de uma granja em Plácido de Castro.

No local sete famílias e 33 pessoas, que não convivem mais nas aldeias de origem, desenvolvem atividades de revitalização do parque, preservação de árvores, igarapés, animais e da língua Huni Kuin. O grupo trabalha também em ações com as mulheres artesãs na tecelagem, cestaria, cerâmicas e pinturas corporais. No Centro de Cultura Huni Kui e Pesquisas Medicinais Huwa Karu Yuxibu os indígenas da etnia preservam a ancestralidade e cultura do povo e acreditam que a medicina natural alcança a cura de diversas doenças. Os Huni Kui são conhecidos também pela prática da ayahuasca, parte da medicina tradicional dos povos da Amazônia.

Os indígenas pedem ajuda às universidades e à população para construção de outro local para continuar os trabalhos. O cacique Mapu alega que o povo ainda não possui outra área e a preocupação é com as novas gerações, que não têm quem os represente e garantias no atual governo.

O representante dos Huni Kuî informou que a ideia de entrar nas universidades é falar sobre a realidade dos povos indígenas no Brasil. “Nosso projeto é abrir as portas para que mais pessoas vivenciem a realidade do povo e façam pesquisas no artesanato, medicina, cantorias, histórias e culinárias”, declara o cacique, que também divulga sua luta nas universidades em busca de apoio para construção e manutenção do Centro Huni Kui Huwã Karu Yuxibu .

Essa é a segunda vez que a etnia indígena visita os estudantes de Jornalismo. Para Hebe Gonçalves, coordenadora do curso, o contato com o grupo é uma oportunidade de aproximação com a cultura indígena e de aprendizado, tanto para estudantes quanto para professores. “É uma relação de troca que nos aproxima da causa que é a luta indígena, e ao mesmo tempo nos apresenta os conhecimentos dessa cultura”, destaca a professora.

Além de denunciar a desapropriação, Mapu apresentou cantos e histórias de seu povo. Marcelo Bronosky, professor do curso, destacou que conhecer a cultura dos Huni Kuin é importante para reconhecimento de outra percepção de humanidade. “Não há diferença na visão dos povos indígenas entre o humano e o espiritual, natureza e o social, é sempre um único conceito”, afirma Marcelo.

Os Kaxinawá, que se autodenominam Huni Kuin, tem população estimada de 7.535 distribuídos principalmente no Acre e Peru. De acordo com dados do Censo Demográfico realizado pelo IBGE em 2010, existem 896,9 mil indígenas no Brasil, com 305 etnias e que falam 274 línguas.

TARAUACÁ: Advogado Criminalista Sanderson Moura ministra palestra e participa de júri no município


O Advogado Criminalista Dr. Sanderson Moura estará em Tarauacá dias 18, 19, 20 e 21 de novembro.

Dia 20 fará um júri e no mesmo dia às 20:00 hs ministrará palestra na Escola João Ribeiro.

Dia 21 ministrará palestra na escola Plácido de Castro.

(Blog Tarauaca Notícias)

TARAUACÁ: GINECOLOGISTA E OFTALMOLOGISTA NO LABCLIN



ACRE: CORRUPÇÃO E OVNIs (ALTINO MACHADO)


As coletivas de imprensa na Superintendência da Polícia Federal no Acre nos últimos anos ficaram parecidas com coletivas em que cientistas discorrem sobre Objeto Voador Não Identificado (OVNI). Diferente de outras superintendências, no Acre a PF nunca revela os nomes das pessoas que prende ou leva para depor em suas operações. Distribui um press release e convida a imprensa para coletiva em que os delegados são fotografados e filmados, mas não dizem nada além do que já constava na nota.

O argumento pode ser “coloquem-se por apenas um segundo no papel de alguém que esteja somente sendo investigado, tem seu nome divulgado e depois se prova inocente”.A Polícia Federal, com a participação do Ministério Público Federal, Controladoria-Geral da União, Tribunal de Contas da União e Receita Federal, deflagrou nesta segunda-feira (30) a operação Buracos, com o objetivo de apurar desvios de recursos públicos estimados em R$ 700 milhões, no âmbito do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre (Deracre) e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) do Estado de Rondônia. Neste caso, nenhum nome foi revelado com o argumento de que ainda está em fase de investigação e que havia restrição judicial. Mas a PF distribuiu imagens de armas e de R$ 75 mil apreendidos durante a operação, também sem citar o nome ou nomes a que pertenciam.O mais transparente neste episódio foi o governador Tião Viana. Em nota, manifestou “a mais elevada confiança” e revelou os nomes de alguns dos alvos: “Marcus Alexandre, Gicélia, Ocírodo Júnior, Fernando Moutinho, Edson Alexandre e Joselito Nóbrega”, que fizeram parte do governo estadual.

Foram cumpridos 23 mandados de condução coercitiva e 26 de busca, nos municípios de Rio Branco (AC), Porto Velho (RO), Pimenta Bueno (RO), Ji-Paraná (RO), Cuiabá (MT) e Araraquara (SP). Mas a imprensa só teve acesso a três imagens de armas e dinheiro apreendidos no Acre.Além do que já constava no press release, os delegados da PF disseram que os suspeitos, em duas contas bancárias, movimentaram R$ 20 milhões, sendo R$ 10 milhões em cada.

Portanto, se a PF não pode revelar os nomes de todos os investigados, não faz sentido distribuir imagens de armas e dinheiro apreendidos sem mencionar os nomes dos supostos criminosos. Ou inocentes.

Altino Machado (Facebook)

NOS 500 ANOS DA REFORMA PROTESTANTE, POSTO AQUI AS 95 TESES DE MARTINHO LUTERO.


Por amor à verdade e no empenho de elucidá-la, discutir-se-á o seguinte em Wittenberg, sob a presidência do reverendo padre Martinho Lutero, mestre de Artes e de Santa Teologia e professor catedrático desta última, naquela localidade. Por esta razão, ele solicita que os que não puderem estar presentes e debater conosco oralmente o façam por escrito, mesmo que ausentes. Em nome do nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

1 Ao dizer: "Fazei penitência", etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.

2 Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).

3 No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula, se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.

4 Por conseqüência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.

5 O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.

6 O papa não pode remitir culpa alguma senão declarando e confirmando que ela foi perdoada por Deus, ou, sem dúvida, remitindo-a nos casos reservados para si; se estes forem desprezados, a culpa permanecerá por inteiro.

7 Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.

8 Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.

9 Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.

10 Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.

11 Essa erva daninha de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.

12 Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.

13 Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.

14 Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais, quanto menor for o amor.

15 Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.

16 Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.

17 Parece desnecessário, para as almas no purgatório, que o horror diminua na medida em que cresce o amor.

18 Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontram fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.

19 Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza.

20 Portanto, sob remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.

21 Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.

22 Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.

23 Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.

24 Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.

25 O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.

26 O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.

27 Pregam doutrina humana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].

28 Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa, podem aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.

29 E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas? Dizem que este não foi o caso com S. Severino e S. Pascoal.

30 Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.

31 Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.

32 Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.

33 Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada com Deus.

34 Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.

35 Não pregam cristãmente os que ensinam não ser necessária a contrição àqueles que querem resgatar ou adquirir breves confessionais.

36 Qualquer cristão verdadeiramente arrependido tem direito à remissão pela de pena e culpa, mesmo sem carta de indulgência.

37 Qualquer cristão verdadeiro, seja vivo, seja morto, tem participação em todos os bens de Cristo e da Igreja, por dádiva de Deus, mesmo sem carta de indulgência.

38 Mesmo assim, a remissão e participação do papa de forma alguma devem ser desprezadas, porque (como disse) constituem declaração do perdão divino.

39 Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar perante o povo ao mesmo tempo, a liberdade das indulgências e a verdadeira contrição.

40 A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, pelo menos dando ocasião para tanto.

41 Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor.

42 Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.

43 Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.

44 Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre da pena.

45 Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.

46 Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.

47 Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.

48 Deve-se ensinar aos cristãos que, ao conceder indulgências, o papa, assim como mais necessita, da mesma forma mais deseja uma oração devota a seu favor do que o dinheiro que se está pronto a pagar.

49 Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o temor de Deus por causa delas.

50 Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

51 Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto - como é seu dever - a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extraem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.

52 Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas mesmas.

53 São inimigos de Cristo e do papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.

54 Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências do que a ela.

55 A atitude do papa é necessariamente esta: se as indulgências (que são o menos importante) são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma cerimônia, o Evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, procissões e cerimônias.

56 Os tesouros da Igreja, dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.

57 É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.

58 Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno do ser humano exterior.

59 S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.

60 É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que lhe foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem este tesouro.

61 Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos, o poder do papa por si só é suficiente.

62 O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.

63 Este tesouro, entretanto, é o mais odiado, e com razão, porque faz com que os primeiros sejam os últimos.

64 Em contrapartida, o tesouro das indulgências é o mais benquisto, e com razão, pois faz dos últimos os primeiros.

65 Por esta razão, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se pescavam homens possuidores de riquezas.

66 Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.

67 As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tal, na medida em que dão boa renda.

68 Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade na cruz.

69 Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.

70 Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbido pelo papa.

71 Seja excomungado e maldito quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.

72 Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.

73 Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,

74 muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram defraudar a santa caridade e verdade.

75 A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes ao ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.

76 Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados veniais no que se refere à sua culpa.

77 A afirmação de que nem mesmo S. Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o papa.

78 Afirmamos, ao contrário, que também este, assim como qualquer papa, tem graças maiores, quais sejam, o Evangelho, os poderes, os dons de curar, etc., como está escrito em 1 Co 12.

79 É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insignemente erguida, equivale à cruz de Cristo.

80 Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que semelhantes conversas sejam difundidas entre o povo.

81 Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil, nem para os homens doutos, defender a dignidade do papa contra calúnias ou perguntas, sem dúvida argutas, dos leigos.

82 Por exemplo: por que o papa não evacua o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas - o que seria a mais justa de todas as causas -, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica - que é uma causa tão insignificante?

83 Do mesmo modo: por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?

84 Do mesmo modo: que nova piedade de Deus e do papa é essa: por causa do dinheiro, permitem ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, porém não a redimem por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta, por amor gratuito?

85 Do mesmo modo: por que os cânones penitenciais - de fato e por desuso já há muito revogados e mortos - ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?

86 Do mesmo modo: por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos mais ricos Crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?

87 Do mesmo modo: o que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à remissão e participação plenária?

88 Do mesmo modo: que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações 100 vezes ao dia a qualquer dos fiéis?

89 Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?

90 Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.

91 Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.

92 Fora, pois, com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo: "Paz, paz!" sem que haja paz!

93 Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: "Cruz! Cruz!" sem que haja cruz!

94 Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu cabeça, através das penas, da morte e do inferno;

95 e, assim, a que confiem que entrarão no céu antes através de muitas tribulações do que pela segurança da paz.

CELULAR PERDIDO EM TARAUACÁ


Pedimos a quem encontrou ou encontrar um celular Smartphone Samsung Galaxy S7, Edge, cor ROSÉ,  entre o ginásio coberto e a praça central de Tarauacá, favor entregar na oficina Noruega ou ligar 3462-2996 que será recompensado. 

Agradecemos 

Att. noruega.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

TARAUACÁ: MORRE "SEU CALANGO" AOS 85 ANOS


É com tristeza que a família comunica aos parentes e amigos, o falecimento do Sr. Francisco Gomes da Silva, 85 anos, pai de 12 filhos, conhecido popularmente por "Calango". 

O corpo está sendo velado em sua residência, no Bairro da Praia, Campo do Luiz Madeiro. 

O sepultamento será realizado nesta terça feira, as 11 horas, no cemitério são João Batista. 

TARAUACÁ: AVISO DA PREFEITURA SOBRE CARTEIRAS DE TRABALHO


A Prefeitura de Tarauacá, através da Secretaria de Administração comunica aos cidadãos que solicitaram a Carteira do Ministério do Trabalho e Emprego que o documento já se encontra disponível no setor.

Igualmente, informamos que o órgão está com atendimento das 07:30hs às 12:00hs e das 14:00hs às 17:30hs. 

A Carteira de Trabalho é um documento importante e garante que o cidadão tenha protegidos direitos trabalhistas e previdenciários, como salário regular, férias, 13° salário, repouso remunerado e aposentadoria.

Assecom/Tarauacá

Juiz criador da Lei da Ficha Limpa é pré-candidato da REDE ao governo do Tocantins


Redator e um dos principais responsáveis pela criação da Lei da Ficha Limpa, o ex-juiz de Direito e advogado Márlon Reis, de 47 anos, reúne no próximo dia 24 de novembro, em Palmas (TO), representantes de vários segmentos da sociedade civil como produtores rurais, trabalhadores, membros de comunidades indígenas, quilombolas, ativistas de diversos movimentos sociais, profissionais liberais, servidores públicos e líderes políticos locais e nacionais para lançamento de sua pré-candidatura ao governo do Estado do Tocantins.

A porta-voz da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, e o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), confirmaram presença, juntamente com o senador Randolfe Rodrigues e os deputados federais Alessandro Molon e Miro Teixeira, todos da Rede. O jurista Luiz Flávio Gomes, reconhecido nacionalmente por sua atuação na rede de ensino LFG, também participará do encontro.

Eles participarão do “Diálogos pelo Tocantins”, iniciativa da Rede que tem como lema “Ouvir o que o Tocantins tem a dizer e falar o que o Tocantins precisa ouvir”. Trata-se de um debate diferente sobre os problemas, dificuldades e discussão sobre soluções para o Estado. “Diferente de como sempre foi feito no Tocantins, não haverá, por exemplo, divisão de palcos de autoridades e público. Não será o tradicional modelo de as autoridades falam e o público ouve, fica calado e vai embora. Todos estaremos lado a lado e vamos interagir, discutir, avaliar os problemas, que são muitos, e as soluções”, afirmou Márlon Reis.

Tocantinense de Pedro Afonso, na região centro-norte do Estado, Márlon Reis pediu exoneração do cargo de juiz de Direito no Maranhão no ano passado e passou a se dedicar à advocacia. Paralelamente a isso, sempre presente no Tocantins, decidiu aceitar o apelo de vários setores da sociedade para pleitear o cargo de governador do Estado. “Essa decisão reflete meu desejo de contribuir para uma mudança substancial e positiva na vida do povo do estado onde nasci. Aqui estão minhas raízes, minha família, tudo que está na base da minha formação”.

NO TOCANTINS

Márlon Reis tem percorrido o Estado dialogando com moradores, estudantes e demais membros da sociedade. “O que temos visto, que nos orgulha e nos dá mais ânimo e responsabilidade é que as nossas propostas e o nosso nome têm tido receptividade enormes. Ouço muito das pessoas sobre falta de boas opções para se votar e que nos últimos anos a maioria votou em um ou outro na condição de ‘menos pior’ e não, como deve ser, escolher alguém em que seja sério e confie em sua história de ética e propostas reais e amparadas por um mínimo de planejamento”, disse.

Nos contatos com a população, Márlon Reis tem recebido muitas queixas em relação a má gestão e corrupção no Estado. “São os principais problemas que afetam diretamente a vida das pessoas. Imagine um Estado de quase 30 anos, 29 para ser mais exato, ter tido apenas três governadores eleitos pelo povo. E com resultados que estão aí: uma crise sem precedentes, quase semelhante ao caos que acompanhamos no Rio de Janeiro”, afirmou.

PERFIL

Em razão da profissão do pai, o bancário Dourival Alves dos Reis, o tocantinense Márlon Reis foi obrigado a mudar de cidade várias vezes, acompanhado da mãe, dona Arlete Jacinto Reis, e dos irmãos. Foi feirante. E, em 1993, formou-se em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, em 1993. Quatro anos depois, foi aprovado em terceiro lugar em concurso para se tornar juiz de direto no Maranhão, onde trabalhou Passagem Franca, Riachão, Olho d’Água das Cunhãs, Alto Parnaíba, Itapecuru-Mirim e João Lisboa. Mesmo com os compromissos de trabalho, sempre esteve no Tocantins.

Doutor em Sociologia Jurídica e Instituições Políticas pela Universidad de Zaragoza (Espanha), Márlon Reis atuou como juiz de Direito no Maranhão por duas décadas. É, atualmente, advogado, com atuação destacada em Direito Eleitoral em tribunais superiores. Redator do projeto, foi um dos principais responsáveis pela Lei da Ficha Limpa, que já impediu 1,3 mil candidatos de assumirem funções por terem sido condenados em tribunais. A lei foi originada de projeto de iniciativa popular com adesão de 1,6 milhão de assinaturas e que teve Márlon Reis como um dos mobilizadores.

COMBATE À CORRUPÇÃO

Já como juiz, Márlon Reis fundou em 2002 o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que reúne atualmente mais de 60 entidades e organizações sociais de todo o Brasil. Foi agraciado com o prêmio Innovare – O Judiciário do Século XXI, concedido pela Fundação Getúlio Vargas, Ministério da Justiça e Associação dos Magistrados Brasileiros. Este é o principal prêmio da magistratura brasileira.

Ele foi designado em 2008 para ser juiz auxiliar da presidência do Tribunal Superior Eleitoral. Na função, coordenou 1.500 audiências públicas em todo o território nacional da chamada “Campanha Eleições Limpas”. No ano seguinte, foi eleito pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes. Já em 2012, representou o Brasil no “Draper Hills Summer Fellows”,encontro mundial sobre cidadania, direitos humanos e mobilização social, no estado da Califórnia, EUA, a convite da Universidade de Stanford. Ele foi o único brasileiro selecionado para o evento entre 460 líderes.

DOADORES DE CAMPANHA

Outra iniciativa do tocantinense Márlon Reis com repercussão nacional ocorreu nas eleições municipais de 2012. Ele foi o primeiro juiz a exigir que os candidatos divulgassem antecipadamente os nomes dos doadores de suas campanhas. A medida de Márlon Reis foi adotada pela ministra Cármem Lúcia, na época presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e se tornou determinação nacional. A medida possibilitava o eleitor a saber, em meio às campanhas eleitorais, quais eram os financiadores dos candidatos. Por esta iniciativa, Márlon Reis ganhou, em 2012, o Prêmio UNODC, concedido pelo Escritório da Organização das Nações Unidas contra as Drogas e o Crime. Nas próximas eleições as doações empresariais estão proibidas.

https://redesustentabilidade.org.br

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Pesquisa Ibope: Lula lidera e Bolsonaro é 2º em 2018; veja cenários


Marina Silva é a terceira colocada em qualquer cenário com Lula

Lula e Jair Bolsonaro iriam para o segundo turno se as eleições presidenciais fossem hoje. É o que mostra a primeira pesquisa feita pelo Ibope para medir o pulso da corrida presidencial de 2018.

Em qualquer cenário apresentado ao eleitor, Lula fica com o mínimo de 35% e o máximo de 36% das intenções de voto. Bolsonaro aparece com 15% quando enfrenta Lula. E cresce para 18% se o ex-presidente for substituído por Fernando Haddad (neste caso, está empatado com Marina Silva).

Se Lula ficar de fora, Marina lidera, empatada com Bolsonaro/Foto: Reprodução

A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22, com 2.002 pessoas em todos os estados brasileiros, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Marina Silva é a terceira colocada em qualquer cenário com Lula, com índices entre 8% e 11%, dependendo dos adversários. Se Lula ficar de fora, Marina lidera, empatada com Bolsonaro.

Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e João Doria surgem embolados num pelotão abaixo, com percentuais entre os 5% e 7%. Ciro sobe até os 11% quando Lula é substituído por Haddad (que tem a preferência de 2%).

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Quando o Ibope não apresenta ao entrevistado uma cartela com os nomes, ou seja, a citação sobre o candidato é espontânea, Lula aparece com 26% das intenções de voto (no Nordeste tem 42%) e Bolsonaro com 9%.

O pelotão seguinte fica muito distante entre 2% (Marina) e 1% (Ciro, Alckmin, Dilma, Temer, Doria).


GLOBO.COM

TARAUACÁ: MÃE DE 12 FILHO QUE TEVE CASA INCENDIADA NA ZONA RURAL CLAMA POR AJUDA

Dona Maria Alves precisa de ajuda
Tarauacaenses já estão se mobilizando para manifestarem solidariedade à dona Maria Alves Ferreira, que teve sua casa incendiada na Colônia Belo Monte localizada às margens Rio Murú.

Ela tem 12 filhos e perdeu tudo que tinha. 

No momento veio para a cidade e está aguardando sua ajuda na Rua Manoel Lourenço, casa 0135. 
A família está precisando de roupas, cama, colchões e  alimentos. 

Se você puder ajudar essa família entre em contato com o esse número 996030863.