PROJOVEM TRABALHADOR: PARTE 2


A minha intensão não é "bater de frente" com ninguém, mas não posso ficar calada diante de uma série de informações que não são verdadeiras. Discordo da maioria das informações contidas na carta de resposta do Instituto Dom Moacyr.

Eu e outros alunos tentamos nos comunicar com o diretor do IDM através de e-mail, quando enviamos a mesma carta de denúncia na terça-feira(26), pedimos para publicar na sexta-feira(29), ou seja, três(3) dias depois de termos enviado as denúncias e não termos recebido nenhuma resposta.

No início do curso nós trocamos de laboratório várias vezes, e não três vezes, não recebemos as apostilas que os nossos coordenadores prometeram  na abertura do projeto e não cumpriram.

Recebemos 'sim" a visita das representantes do ceflora durante o curso, mas foi uma única vez, e não várias como descreve a carta de resposta, uma vez que comentamos todos os problemas que estavam acontecendo e não nos deram nehuma posição de como ficaria a nossa situação.

Quanto ao fato de que estamos recebendo a bolsa mensalmente, isso é mentira! Eu fui selecionada e recebi um(1) único mês e depois disso, não ouvi mais falar nesse dinheiro, e a maioria dos educandos nunca receberam nada.

As nossas aulas se finalizariam na sexta-feira(29), continuaríamos estudando aos sábados por conta do professor, e sem contar que nos dias que ficamos na escola João Ribeiro, não estudamos quase nada, pois os computadores não ofereciam um servidor adequado incluindo mouse, teclado, extensão, manutenção e configuração dos computadores que não prestavam, e a cpu era dividida entre dois(2) computadores. Todos esses problemas foram resolvidos com dinheiro do próprio professor.

Faz parte de uma boa estrultura, o mediador se responsabilizar por uma função que vai além de seu compromisso?

É correto que o mediador gaste do seu próprio dinheiro para cumprir e dá continuidade á um curso, ato que era pra ser feito pelos nossos coordenadores e não por ele?

Nós estudamos "sim" na escola João Ribeiro, um período que não foi favorável, não é porque a sala tem 32 computadores que significa termos tido um ótimo aprendizado, como já mensionei, as condições não eram boas, e só se resolveram por uma ação feita pelo nosso mediador. Mudamos para a escola José Augusto de Araújo na terça-feira (26 de abril) dia que não tivemos aula porque a maioria dos computadores também não tinham um servidor apropriado, servidor que inclusive foi preciso ser instalado mais uma vez pelo mediador. A terça-feira que não tivemos aula, foi procedida pela quarta, quinta e sexta-feira(29) de abril. ou seja. depois que mudamos para a José Augusto, não tivemos nenhum dia de aula.

É um absurdo dizerem que a minha atitude é de punho político.

É preciso ser um ato político reivindicar um direito que é nosso, um direito que foi prometido, o curso ser de qualidade e não de qualquer jeito como está sendo?

Eu tenho vontade e opiniôes próprias, tenho um espírito revolucionário de ver as coisas melhorar, diferente de muitas pessoas que não se manifestam com medo de serem repreendidas, pessoas que estão acostumadas á sofrerem absurdos e ficarem caladas, estão acostumadas á se contentarem com o pouco, muito menos do que merecem.

Do que adianta termos nos comunicado com o Instituto Dom Moacyr no início do curso, se os nossos representantes daqui de Tarauacá sabiam de todos esses problemas e nunca fizeram nada para tentar melhorar? Representantes que inclusive, nunca estiveram presente, nunca apareceram para analizar a nossa situação e nunca se preocuparam em avaliar o nosso aprendizado.

Também acredito que a responsabilidade de tudo é dos coordenadores, o nosso professor foi contratado para dá aula e não para resolver problemas que não eram de sua responsabilidade. A vida pessoal do mediador não diz respeito á ninguém á não ser á ele próprio. E ao contrário do que muitos estão dizendo por aí, o nosso mediador (R,R) foi a pessoa que mais se importou e que mais se preocupou com a nossa capacitação, tentou o máximo para o nosso aprendizado ser de qualidade e mesmo com as consequências, sempre esteve presente. Direta ou indiretamente ele é a pessoa que mais teve considerações pelos educandos desse curso.

Não me arrependo e não tenho medo porque tudo que escrevi sobre esse curso de web design é verdade, Nós só sabemos a gravidade de uma situação. quando fazemos parte dela. Dizer algo é uma coisa, passar por algo é outra coisa.

A verdade é que essa carta resposta do Instituto Dom Moacyr demonstra um ato desesperador de se defender e não adimitir que esse curso de web design foi um fracasso.

Diana Lima

2 Comentários

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  1. Acho que a atitude da Diana é totalmente correta. Sou aluno do curso e concordo contudo que ela falou porque é tudo verdade. Nunca recebi a bolsa, tinhamos uma péssima estrultura e não aprendemos nada. Que papo é esse que a culpa de tudo é do professor? uma cara bacana que fazia de tudo pra ensinar. Acredito que todos os alunos desse curso também adimiram muito o nosso mediador. e não somos apenas um trio de alunos tentando reeivindicar os nossos direitos, mas outras pessoas nos apóiam, inclusive os próprios educandos que como a Diana já mensionou, não se manifestam com medo.

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  2. em nenhum momento nos queremos fazer política, estamos preocupados com o curso. é mentira de quem diz que estamos recebendo a bolsa eu sou aluna e nunca recebi nenhum centavo desse dinheiro. já que estamos falando á respeito da bolsa, por que não explicam o fato de ter tanto cartão no banco de pessoas que nunca participaram do projeto, se eu que sou aluna nunca recebi o meu cartão? se esse curso vai sofrer modificação é graças a ousadia e a coragem desses alunos de lutar por seus direitos.

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