PAPO DE ECONOMIA: PACTO ECONÔMICO, SERIA UMA SAÍDA PARA TARAUACÁ



Diante da conjuntura econômica do Brasil e a pandemia do CORONAVÍRUS com seus efeitos nocivos para a economia mundial, só um pacto econômico municipalista, entre governo municipal e os vários segmentos da sociedade tarauacaense seria capaz de elevar o nosso município a uma posição de destaque no desenvolvimento econômico no cenário do Estado do Acre. Isso não é coisa do outro mundo ou utopia, pois agora mesmo nosso Presidente Bolsonaro está convocando toda sociedade brasileira e políticos para um PACTO FEDERATIVO, que não deixa de ser um pacto econômico, já que se trata de apoiar as reformas no congresso que serão votadas, para melhorar a economia do Brasil segundo eles: PAULO GUEDES MINISTRO DA ECONOMIA E PRESIDENTE BOLSONARO. 

Porém, algo dessa envergadura para acontecer, não basta querer, é preciso fazer. No entanto, é necessário a combinação de três elementos essenciais para que ocorra de fato o pacto econômico: primeiro a ousadia do gestor público (prefeito (a), para fazer algo que raramente se ver falar pelo o Brasil afora; segundo ter a credibilidade da população, que irá dá o aval com a sua participação em massa, sem olhar sigla ou cor partidária e por ultimo o conhecimento de causa ao que se refere a um pacto econômico ou pelo menos uma equipe com esse perfil para planejar, coordenar, e executar esse trabalho com a população. 

Pois o nosso município tem as condições ideais para se tornar o mais desenvolvido do estado, tendo a iniciativa privada, um papel relevante nesse processo, desde quando o município faça a sua contrapartida. E entre as condições ideais estão, como por exemplo: estradas para escoar a produção; transporte fluvial para levar a produção até o mercado de Manaus e cidades ribeirinhas do Alto Amazonas; matéria prima do extrativismo com abundancia para agroindústria e industrias extrativistas; um povo trabalhador e uma economia de porte médio com base nos vencimentos dos servidores públicos e aposentados, que a partir de uma poupança planejada teremos os recursos necessários de 30% como contrapartida dos bancos do governo: banco do Brasil, caixa econômica federal e banco da Amazônia. 

O que falta agora é o gestor público (prefeito ou prefeita atual ou o quem vai entrar) para dá início ao processo do pacto econômico e depois toda sociedade tarauacaense colher os frutos.

Professor Edson Menezes
Formado em Economia pela UFAC

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