NOTA OFICIAL
Acerca dos casos de suspeita de zika vírus que estão sendo investigados pela Vigilância Epidemiológica do Estado, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) esclarece:
- Os pacientes deram entrada em unidades de saúde, apresentando sintomas que se assemelham aos da dengue, chikungunya e zika vírus. Diante disso, a equipe epidemiológica prosseguiu com o protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde (MS) para investigação dos casos, encaminhando amostras de sangue para um laboratório de referência em outra unidade da federação.
- A Sesacre aguarda os resultados dos exames que indicarão se os pacientes estão com alguma das doenças transmitas pelo mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, chicunkunya e zika vírus.
- Quanto aos casos de microcefalia, foram registrados nascimentos de três crianças na Maternidade Bárbara Heliodora neste mês. Dois dos casos são de mães moradoras de Feijó, onde há apenas um caso confirmado de dengue e outra de Jordão, município que não registra casos de dengue ou outra doença causada pelo Aedes aegypti.
- Contudo, a Maternidade seguiu a orientação do MS, coletando amostras de sangue das mães e dos recém-nascidos, para investigação epidemiológica, diante do surto de microcefalia registrado no país.
- O terceiro caso de microcefalia investigado é de um bebê e mãe que vieram de Rondônia, região onde há registros do zika vírus circulando, e, por isso, a equipe de Saúde procedeu com o protocolo de coleta de amostras de sangue para investigação epidemiológica.
A Sesacre ressalta, contudo, que a malformação congênita pode ser causada por vários fatores, inclusive genéticos.
Rio Branco – Acre, 10 de dezembro de 2015.
Armando Melo Secretário de Estado de Saúde