Moisés reúne mais de 300 amigos na sede do Rio Branco



O deputado estadual Moisés Diniz (PCdoB) reuniu mais de 300 amigos na sede do Rio Branco Futebol Clube quinta-feira, em evento organizado por funcionários da Assembleia Legislativa para que ele apresentasse suas propostas para um terceiro mandato. A deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB)  também passou pela reunião e ambos aproveitaram para defender a candidatura ao Senado do deputado Edvaldo Magalhães.  

Caminhando para o terceiro mandato, Moisés se revelou surpreso com o tamanho do público, pois a reunião foi organizada em menos de 24 horas.  Perpétua também se entusiasmou com a plateia, mas pediu cautela. "Todos dizem que estou eleita, que o Moisés está eleito, mas não podemos relaxar, temos que trabalhar até o dia de ir às urnas", lembrou a deputada.

Os servidores da Aleac justificaram a reunião como uma forma de demonstrar reconhecimento à atuação parlamentar de Moisés, especialmente nos últimos quatro anos como líder do Governo Binho Marques. Neste período, o deputado se revelou um solucionador de crises, servindo como um elo entre o Governo, a sociedade e os sindicatos de servidores do Poder Executivo. 

Entre os funcionários da Aleac, Moisés é considerado um dos parlamentares mais preparados e coerentes em sua atuação. "Ele tem uma pauta de propostas que contempla desde os flanelinhas aos engenheiros. Moisés atende a todos sem distinção", analisa um servidor.

Para seu terceiro mandato, Moisés tem planos para organizar as categorias de vendedores de bebidas e lanches em caixas de isopor e operadores de roçadeiras. Ele lembra que estes são dois exemplos de trabalhadores que estão à margem da economia quando poderiam estar na formalidade, com direito à Previdência Social, pensão e aposentadoria.

 "Os roçadores, por exemplo, organizados em cooperativas, podem disputar concorrência para prestar serviços ao Governo ou à Prefeitura na limpeza de ruas, parques, jardins e beiras de estradas", argumenta Moisés.
Apoio a Edvaldo Magalhães
Moisés e Perpétua também pediram voto para o candidato ao Senado, deputado Edvaldo Magalhães. Eles lembraram que o time tem que jogar completo e o trabalho realizado por Edvaldo não tem como ser criticado. "Se ele errou em algum momento, como certeza ele está corrigindo este erro, pois a autocrítica é uma das características mais marcantes do Edvaldo", afirmou Perpétua.

Moisés lembrou que é mais do que um correligionário, mas um amigo de infância de Edvaldo. Quando seu pai morreu em acidente aéreo, Edvaldo tinha apenas quatro anos de idade e a mãe de Moisés foi quem ficou encarregada de levar os irmãos do amigo para a escola, pois a viúva, dona Mariquinha, tinha que ir lavar roupas para garantir o sustento da família.

Mais tarde, Moisés e Edvaldo dividiram alojamento no seminário dos Irmãos Maristas onde estudaram para ser padres. No seminário, estudavam oito horas por dia, rezavam o terço ao despertar e ao se recolherem para dormir e ainda trabalhavam na horta. 

Edvaldo e Moisés saíram do Seminário como professores e ingressaram na rede estadual de educação. Em Tarauacá, os dois foram conduzidos à política partidária através dos movimentos dos trabalhadores rurais, dos jovens e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, do qual Edvaldo foi presidente.

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