Acre: Atlético é campeão acreano após 25 anos

Atlético-AC campeão acreano 2016 - de pé: Elison Azevedo (gestor de futebol), Edivandro, Tião, Adriano Louzada, Matheus Damasceno, Ailton, Diego, Douglas, Mendes, Renato, Alfredo, Rafael Barros, Pé de Ferro, Franco, Alceivo, Leyf Barros (fisioterapeuta), Maurício (aux. técnico), Álvaro Miguéis (técnico); Agachados: Jean, Tidal (preparador de goleiros), Psica, Fellype, Leandro, Tragodara, Januário, Eduardo, Toró, Polaco, Léo, Josy e João Alberto (prep. físico) (Foto: João Paulo Maia)
Foram 25 anos de espera. O grito de campeão estava engasgado. A festa azul e branca, que já estava programada, se concretizou. Depois de vencer o jogo de ida da final por 3 a 1, o Atlético-AC derrotou o Rio Branco-AC por 2 a 1 na volta, conquistou o título do Campeonato Acreano 2016 e derrubou a hegemonia estrelada no estado. Os gols do triunfo foram de Polaco, de voleio, a Renato, de cabeça. O confronto foi disputado neste sábado (21), no estádio Antônio Aquino Lopes, o Florestão, em Rio Branco.

Já garantido na Série D 2016 e 2017 e Copa do Brasil 2017, o campeão também representará o Acre na Copa Verde do próximo ano. A taça não foi decidida no sorteio, como havia a possibilidade no regulamento - caso o Estrelão vencesse por dois gols de diferença e empatasse o placar agregado. 

A festa do título foi embalada pelos ritmos do pop rock da banda Os Descordantes, atração no intervalo. Esse é o segundo título do Galo no profissional - o primeiro foi em 1991 (o clube tem mais quatro no amador). O público pagante foi de 1.350 torcedores, para uma renda de R$ 9.895,00.

Dois zeros

Na arquibancada, a maioria era da torcida celeste. E com apoio da massa atleticana, o Atlético dominou o jogo. A habilidade dos meias Josy a Polaco, a facilidade de jogar de Eduardo e a agilidade do atacante Rafael Barros ficaram a diferença.

Na principal oportunidade da etapa inicial, Polaco arrancou pela direita e tocou por cobertura na saída do goleiro Nunes. A bola foi para fora. Do outro lado, o Rio Branco se esforçou para diminuir a vantagem, mas esbarrou no limite técnico.

Show azul

O gol celeste por pouco não saiu aos 14 minutos do segundo tempo. Eduardo ficou frente a frente com o goleiro Nunes, driblou o arqueiro adversário, mas demorou para concluir. A festa, enfim, foi concretizada aos 21. Em jogada ensaiada, Josy colocou a bola na área em cobrança de falta, Alfredo tocou de cabeça para o meio a Polaco, de voleio, apareceu para balançar a rede. Não deu outra: foi o suficiente para a torcida ecoar o "é campeão" no Florestão.


O gol forçou o Alvirrubro a se lançar ao ataque. Matheus Carioca entrou e deu força ofensiva, mas não o suficiente para igualar o marcador. Quem voltou a comemorar foi o torcedor do Galo. Aos 34, a bola foi cruzada pela direita por Polaco e Renato, de cabeça, fez o segundo: a festa azul e branco, enfim, se realizou. Geovani, de falta, colocou a bola na trave aos 36 e quase fez o gol de honra do Rio Branco. Aos 42, também de cabeça, a trave foi carimbada por Neto Pessoa após falha do goleiro Franco. Aos 45, Matheus Carioca fez o de honra: 2 a 1.

globoesporte.com

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