TARAUACÁ: MUNICÍPIO PEDE SOCORRO PARA SE RECUPERAR DOS PREJUÍZOS

Ponte do município (foto/Assecom)
Tarauacá ainda contabiliza os prejuízos das inúmeras enchentes que acontecem no município desde o final do ano de 2014. A cidade está o que podemos chamar de "judiada". Estima-se em 50 milhões de reais o somatório das perdas. 

Vias públicas destruídas, desbarrancamento destruindo grande parte de um bairro, sistema de esgotamento sanitário inexistente. A cada chuva os bairro alagam. Um déficit habitacional imensurável. Até a ponte sobre o nosso rio, um sonho dos tarauacaenses, se encontra comprometida. Nossa ruas parecem que foram bombardeadas. E, não pára de chover. Junte-se a isso os prejuízos para as populações da zona rural. Não quero incluir aqui os problemas administrativos da atual gestão.

Posso afirmar com toda a certeza que, sozinha, nossa prefeitura não tem condições de recuperar a cidade. Não tem infra estrutura de equipamento e nem de material humano. 

Precisamos com urgência de uma FORÇA TAREFA. É hora do governo estadual escalar o Deracre e toda sua estrutura disponível para ajudar nosso prefeito a recuperar pelos menos as ruas da nossa cidade. Nossa bancada federal deve conversar com o exército para solicitar também a ajuda do 7º BEC nesse trabalho. 

A prefeitura precisa elaborar e apresentar  um programa de recuperação do município e, ainda mobilizar a sociedade e as autoridades para sua implementação. Não adianta ficar tapando buraco com concreto. Isso é "enxugamento de gelo". 

Uma audiência pública sobre esse tema deve ser realizada com sociedade civil organizada, vereadores, deputados estaduais, federais e senadores, além de representantes dos governo estadual e federal. Senão todos culpam todos por um problema que é de todos. 

Nesse debate não há oposição ou situação. Não há protestantes ou católicos. Não há ricos nem pobres. Nem doutor nem "zé povim". enfim, o problema é de todos nós indiscriminadamente. 

Todos nós temos responsabilidades. É hora de dizer "o que eu posso fazer pelo meu município" e não o "que meu município pode fazer por mim".

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