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sábado, 5 de maio de 2018

Pagamento do Bolsa Família sobe para R$ 268.25 no Acre

No Acre, o pagamento médio do Programa Bolsa Família a partir do mês de julho será de R$ 268.25, com o reajuste de 5,67% anunciado pelo Governo Federal, na segunda-feira, 30. O reajuste cobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado de julho de 2016 a março de 2018 (4,01%).


No mês de abril, foram beneficiadas 86.309 famílias com o pagamento médio de R$253,86, no Acre. Com a aplicação do reajuste, a bolsa média será de R$ 268.25 por família. E o gasto mensal com o programa que é de R$21.910.439,00 passará a ser de R$23.152.760,89.

Os dados são do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA). Em todo país, com a alteração, o benefício médio de R$ 177,71 passará a ser de aproximadamente R$ 187,79. A suplementação orçamentária para este ano será de R$ 684 milhões.

A diarista Zilma Batista tem três filhos e recebe R$124 de auxilio do programa, e com o reajuste, a família passará a receber R$131. Segunda a mãe, este aumento ajudará muito neste momento de constantes reajustes no preços dos mais diversos produtos, e principalmente do gás de cozinha.

Já a família da dona de casa Cleuciene Oliveira recebe R$241, e apartir de julho receberá R$254, para auxiliar a alimentação dos três filhos. O benefício é utilizado por Cleuciene para comprar materiais escolares e merendas para os filhos e também o gás de cozinha.

“O Bolsa Família ajuda a manter meus filhos na escola para que eles tenham um futuro melhor”, afirma a dona de casa.

O valor repassado por família varia de acordo com o número de membros da família, a idade de cada um e a renda declarada ao Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal.

O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda, direcionado às famílias em situação de pobreza, com renda per capita mensal entre R$ 85,01 e R$ 170,00, e de extrema pobreza, renda per capita mensal de até R$ 85,00. A iniciativa busca garantir o direito à alimentação e o acesso à educação e à saúde.

Natan Peres/A Tribuna

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