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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Senador Jorge Viana tem audiência com Secretario de Segurança Pública


Assessoria - Nessa segunda-feira, feriado, o senador Jorge Viana teve uma reunião com secretario de segurança pública do estado, Emylson Farias para saber como está a situação do Acre diante da crise que atinge o sistema prisional de todo o país. Importante lembrar que aqui no Acre já vivemos, em passado recente, problemas muito sérios relacionados ao crime organizado. Mas esses problemas foram enfrentados e devidamente solucionados.

Agora o país passa por um momento muito delicado de rebeliões em presídios e crimes bárbaros, que tem reflexos diretos em muitos estados. Segundo Jorge Viana: “Estamos vivendo, de novo, uma situação onde a população fica amedrontada, fica insegura. Eu sei da preocupação do governador Tião Viana, que entende que esse setor é prioritário, e sei da seriedade do secretário Emylson Farias e daqueles que trabalham, que dedicam suas vidas, como os policiais militares, policiais civis e agentes penitenciários. Sou um representante da população e quando a população está preocupada, eu também tenho que estar. Fui saber das ações que o secretario tem planejado agora pra 2017 e me colocar a disposição como senador.

O senador disse que voltando pra Brasília vai lutar para que o Brasil possa discutir, votar e aprovar definitivamente o novo Código Penal. O Código que temos hoje é de 1940 e o Congresso não vota, o que traz insatisfação à população. A atual lei penal brasileira é branda com quem deveria ser mais duro e penaliza, às vezes, aqueles que não precisam ter uma ação tão dura. Esse Código Penal brasileiro de 40 estabelece que, por exemplo, para ficar preso 10 anos, o criminoso tem que ter cometido vários crimes, homicídios, crimes contra vida. “Eu acho que nós, como parlamentares, temos que trabalhar a mudança do Código Penal. Diante do agravamento da violência, temos que ter uma lei que auxilie de fato, e não que prejudique, o trabalho dos agentes de segurança, sejam eles juízes, ministérios públicos, ou as forças policiais que precisam de leis eficazes.” Concluiu o senador

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