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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

O crime não pode passar em vão, diz Randolfe, sobre denúncia contra Temer

Os deputados federais se reúnem nesta quarta-feira para votar a admissibilidade do processo que investiga o presidente Michel Temer pelo crime de corrupção passiva, com base na delação da JBF. Caso o placar seja pela admissibilidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) será autorizado pela Câmara a julgar a denúncia feita pela Procuradoria Geral da República (PGR).

“Todos viram as imagens em que o deputado Rodrigo Rocha Loures, aliado e amigo do presidente Michel Temer, recebe a propina de R$ 500 milhões de reais que seria paga todos os meses, por 20 anos, ao presidente da República pelo grupo JBS. Nesta semana, os deputados se reúnem para decidir se autorizam ou não o julgamento do presidente da República. Não deixe que esse crime passe em vão”, diz senador da REDE, Randolfe Rodrigues, que, em vídeo, convida a população para que envie, por meio da plataforma 342Agora, mensagens aos seus deputados para pressioná-los a votar para que a denúncia seja julgada no STF. “A pressão do povo será determinante para que os parlamentares votem pela abertura do processo”, diz o senador. Veja o vídeo aqui

Desde a votação da denúncia na Comissão de Constituição e Justiça, onde o caso obteve um resultado favorável ao presidente, apesar do voto do relator, Randolfe vem destacando as manobras do Planalto para se manter no poder – especialmente a liberação de emendas para parlamentares a fim de obter apoio a Temer. “No vale tudo para permanecer no poder e se livrar da justiça, o governo Temer tem usado todo o seu poder financeiro para comprar a todos e, o pior, com dinheiro público. Foram bilhões distribuídos a deputados por meio de emendas e aumento de impostos (em que o povo é quem paga a conta), perdão a dívidas de sonegadores e muito mais, assim como você confere no gráfico abaixo. São ações abusivas e autoritárias do presidente, que não está medido esforços para se manter no poder”, comentou o senador em sua página do Facebook.

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