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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Mais de 50 policiais em carros e um helicóptero participam da perseguição a assaltantes em Feijó


Bandidos liberaram os sete reféns, trocaram tiros com a polícia, incendiaram carro roubado da empresa Construmil, roubaram outra caminhonete da empresa Etan e continuaram fuga
Mais de 50 policiais civis e militares, dentre eles três delegados e um pelotão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) de Rio Branco, participam da perseguição aos seis assaltantes que roubaram as agências do Banco da Amazônia (Basa) e do Banco do Brasil, em Feijó, e fugiram com sete reféns. A polícia usam carros e o helicóptero do Estado, comandante João Donato, na perseguição.

Os assaltantes trocaram tiros com policiais que iam de Manoel Urbano para Feijó, incendiaram a caminhonete em que fugiam (roubada da empresa Construmil), roubaram outra da empresa Etan e liberaram os sete reféns. Armados com pistolas, fuzis e submetralhadoras, eles estouraram os pneus de uma viatura da Polícia Militar que encontraram próximo ao KM 50 entre Feijó e Manoel Urbano.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, delegados e policiais, civis e militares, de Feijó, Tarauacá, Manoel Urbano e Sena Madureira participam da perseguição, além de um pelotão do Bope de Rio Branco. Os assaltantes seguem em uma caminhonete Amarela, da empresa Etan, que assim como a Construmil, possuem canteiros de obras para a pavimentação da na BR 364.

De acordo com o assessor de imprensa da Polícia Civil, jornalista Pedro Paulo Birimba, os assaltantes já teriam deixado a BR 364 e podem estar fugindo pelo rio ou em um ramal. Suspeita-se que o bando estaria se dirigindo para uma pista clandestina existente em uma fazenda da região, onde uma pequena aeronave os estaria esperando para dar fuga.

Uma cliente do BB (não quer ter seu nome divulgado) que estava na agência durante o assalto, por volta das 10h45, disse que os assaltantes estilhaçaram, a tiros, a porta e as vidraças da frente do prédio. Após o assalto, um dos bandidos agarrou seu braço para levá-la como refém, mas ela retrucou que não era funcionária e uma outra pessoa foi escolhida. “Foi um verdadeira terror”, disse a mulher.

Segundo a cliente do BB, os assaltantes invadiram primeiro a agência do Basa, mas como teriam encontrado pouco dinheiro, atacaram a agência do BB. Eles fizeram como reféns o gerente, Jorge, o caixa Dimas e as funcionárias Silvana e Mirla, além de duas crianças e um cliente. A quadrilha fugiu com os reféns pela BR 364, mas no KM 50 acabou o combustível da caminhonete e Mirla estava passando mal. Ela foi o primeiro refém a ser libertado.

Na seqüência, os assaltantes atearam fogo na caminhonete de cor prata, que foi roubada da empresa Construmil às 9h. Então invadiram o canteiro de obra da empresa Etan e roubaram outro veículo, uma caminhonete amarela, na qual fugiram deixando os demais reféns.

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